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A cobertura da Televisão Digital Terrestre (TDT) no concelho de Mação atinge apenas os 45% da população, “a taxa mais baixa de toda a região”, motivo que levou a Câmara Municipal a mostrar o seu desagrado junto da Anacom.

Numa carta dirigida ao regulador do sector audiovisual, assinada pelo vice-presidente Vasco Estrela, o município manifesta “o seu mais profundo desagrado pela forma inconcebível” como tem sido implementada a TDT no concelho, num processo que, “logo desde o início, se revelou penalizador para a maioria da população”.

Desde o dia 7 de Maio, “a população deste concelho que adquiriu os equipamentos adequados e recomendados pelos técnicos vê-se confrontada com um apagão desde as 20 horas até meio da manhã do dia seguinte”, denuncia a Câmara, que exige “urgência” na resolução dos problemas técnicos aos quais os munícipes são alheios.

A autarquia recorda na carta que já foram feitas várias intervenções nas infra-estruturas da PT em Mação, e sempre por pressão do município, mas sem resolver o problema.

“Não podemos mais tolerar que a população seja sempre prejudicada com este processo, estando por isso dispostos a fazer valer os direitos, dentro dos enquadramentos legais, democráticos e institucionais adequados”, adianta ainda a Câmara, que diz ficar agora na expectativa da resposta da Anacom. 


“Quando partir não é dizer adeus” é o nome do post com que Francisco Moita Flores anuncia oficialmente no “Projétil” (o seu blog pessoal) a sua saída definitiva da Câmara de Santarém.

Com um texto marcadamente confessional, o autarca confirma que “se aproxima a partida”, vai-se “despedindo” sem se “despedir”, mas acaba por nunca particularizar o dia em que vai abandonar a presidência do município.

Contactado pela Rede Regional, o autarca adianta que “já há uma data concreta para a saída”, mas recusa-se a adiantar qual. “Primeiro, ainda vou de férias. Será só depois disso”, afirmou Moita Flores, que diz não ter “mais nada a acrescentar, para já” aos desabafos pessoais que publicou no blog.

O autarca confirmou, no entanto, que o vereador Ricardo Gonçalves será o presidente da Câmara em exercício até ao final deste mandato. “É, aliás, o que decorre da lei, que determina que suba a presidente o número dois da lista”, disse, acrescentando apenas que a sua sucessão tem vindo a ser preparada internamente há vários meses.

“A única coisa que posso dizer acerca deste assunto é que há questões internas que estão a ser vistas com o PSD”, disse à Rede Regional Ricardo Gonçalves, que também se recusou a adiantar mais pormenores sobre a questão.

Para sexta-feira, 11 de Maio, está agendada uma assembleia de militantes social-democratas, onde a saída de Moita Flores será um dos assuntos que vai dominar a reunião.

“Não sei como poderei dizer adeus a tanta gente que tenho no coração”, escreve Moita Flores no “Projétil”, onde afirma que está a utilizar a sua página pessoal do Facebook para deixar testemunhos e fotografias que marcam os seus sete anos à frente da autarquia scalabitana. “Entre esta página e a página do facebook visitam-me todos os dias mais de vinte mil pessoas. Muitos deles amigos, vou aqui deixando um abraço a cada um, dizendo-vos até breve e até sempre”, explica o autarca.

“São memória dos dias partilhados, dos nossos encontros, dos nossos silêncios, das nossas vitórias, que uma equipa de combate entregou a Santarém, capital da Liberdade”, adianta ainda Moita Flores, dizendo saber que “alguns se zangaram” e lamentando que outros se recusem “a ver a mudança que a cidade sofreu”.

 

Mais informação em:

"Quando partir não é dizer adeus"

Página de Francisco Moita Flores no Facebook

 

 


Entre os dias 9 e 29 de Maio, os residentes na cidade do Cartaxo podem fazer chegar à Câmara as principais reclamações e problemas sentidos em relação à circulação rodoviária.

Esta consulta pública, em que os cidadãos são também convidados a apresentar soluções e sugestões, é a primeira fase do processo de revisão do plano municipal de trânsito, e será feita através do preenchimento de formulários colocados no site da autarquia na Internet, em www.cm-cartaxo.pt, no edifício dos paços do concelho e nos estabelecimentos comerciais da cidade.

“Para além das situações mais evidentes e já identificadas pela autarquia e demais autoridades ligadas ao trânsito, queremos contar com a colaboração dos munícipes na identificação de casos mais particulares”, afirmou o presidente da Câmara, Paulo Varanda, explicando que o grande objectivo desta revisão “é facilitar a circulação automóvel e melhorar as condições de segurança das pessoas em todo o perímetro urbano do Cartaxo”.

A segunda fase, de análise das informações que chegarem à autarquia, decorre nos quinze dias úteis após a fase da consulta. Todas as participações serão devidamente analisadas e objecto de resposta por escrito, segundo informações do próprio município.

A terceira e última fase, a implementação, ainda não tem data definida, mas a Câmara fará a sua divulgação pública com 15 dias de antecedência, e “terá em linha de conta a necessidade de minimizar o impacto do processo de mudança na vida dos cidadãos”.

A revisão do plano municipal de trânsito vai também ter em conta a colaboração das entidades de segurança e da protecção civil.

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