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Carlos Nestal é o novo presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista (PS) de Santarém. O advogado, que concorria pela Lista B obteve 69% dos votos, contra 31% da Lista A, liderada por Ricardo Segurado.

No conjunto das três secções do PS neste concelho (Santarém, Pernes e Vale de Santarém) votaram nas eleições realizadas a 30 de novembro, 174 militantes socialistas. Aplicando o método de Hondt, Nestal , que sucede a Pedro Pimenta Braz, elegeu 32 comissários políticos para a concelhia e segurado 13.

Na votação para os órgãos da secção do PS/Santarém (estrutura local de gestão do partido), as votações foram idênticas quer para Mesa da Assembleia quer para o Secretariado da Secção. Assim, a lista A obteve uma votação 32% (49 votos) e a lista B colheu a simpatia de 66% (98 votos) dos militantes.

Deste modo, José Cruz Marques foi eleito presidente da Mesa da Assembleia Geral de Militantes. Berta Canavarro e António Sabino Cruz foram eleitos, respetivamente como primeiro e segundo secretários desse órgão. José Raimundo Noras foi eleito secretário coordenador da Secção de Santarém. O restante secretariado eleito integra, enquanto efetivos, os militantes Catarina Campos, Renato Bento, Daniela Germano, Maria Honorata Ferreira, Virgínia Mena Esteves e Hélder Pessoa da Neves; e como suplentes os militantes: José Moreira da Silva, António Rebelo, Lígia Cruz, Tânia Jesus e Raul Violante.

Como comissários políticos foram eleitos Idália Serrão, Catarina Campos, Pedro Mena Esteves, José Raimundo Noras, Sandra Diniz, Luís Duarte, José Augusto dos Santos, Virgínia Esteves, Manuel Afonso, Renato Bento, Maria Ilda Lanceiro, Rui Barreiro, Luís Nazaré Ferreira, Maria Honorata Ferreira, Joaquim Neto, Mónica Mendonça dos Santos, Joaquim Lucas da Graça, Ezequiel Louro, Graça Faustino, Luís Batista, Eduardo Oliveira, Dúnia Palma, Alcides Francisco, Luís Leitão, Teresa Silva, José Clemente Pereira, Humberto Santos, Maria Marques Jorge, António Rebelo Pereira, Luís Justino, Ricardo Segurado, Celso Pimenta Braz, Sandra Vitorino, Tiago Preguiça, Gonçalo Martinho do Rosário, Marta Barbosa, Carlos Cristo, Pedro Portugal, Paula Canavarro, Sérgio Cardoso, Pedro Pimenta Braz, Isabel Araújo e Luís Carvalho de Almeida.

O Secretariado da Comissão Política será eleito na primeira reunião da Comissão Política Concelhia.

 

A Câmara Municipal de Almeirim poderá vir a prorrogar os contratos de trabalho aos 24 antigos funcionários da ALDESC, EM, por mais 18 meses, caso os trabalhadores das autarquias sejam abrangidos pela nova legislação que permite estender os contratos de trabalho a termo certo para a função pública, já anunciada publicamente pelo governo.

Sousa Gomes admitiu esta hipótese na reunião pública da autarquia de 5 de Dezembro, quando foi questionado sobre esta situação pelo vereador Francisco Maurício, do MICA, que sugeriu mesmo a anulação do concurso público que está a decorrer no município.

Recorde-se que os ex-trabalhadores da antiga Empresa Municipal de Desporto e Cultura de Almeirim – ALDESC – estão há quase três anos com contratos individuais de trabalho a termo certo com a Câmara, uma vez que a extinção da empresa (em Dezembro de 2008) não permitiu a sua reintegração nos quadros da autarquia. Estes contratos terminam no dia 2 de Janeiro de 2012 e atingiram o limite de tempo para a renovação.

Entretanto, e para tentar resolver o problema, a Câmara abriu em Novembro um concurso público para 24 vagas, mas apareceram cerca de 700 candidaturas. Significa isto que dificilmente todos os ex-funcionários da ALDESC conseguirão garantir a readmissão nos quadros do município e que, mesmo os que entrarem, poderão ficar numa situação temporária de desemprego, tendo em conta os prazos para a realização das prova e para as reclamações dos resultados.

A proposta de prorrogação de contratos de trabalho certo por mais de 18 meses, anunciada há poucos dias pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, já foi votada na generalidade em plenário na Assembleia da República, faltando apenas a sua aprovação na especialidade.

Caso o regime seja aplicável aos funcionários das autarquias, Sousa Gomes admitiu que essa seria uma solução para manter os trabalhadores ao serviço da Câmara, ainda que numa situação indefinida.

Para o vereador Francisco Maurício, “há justificações mais que pertinentes para que o concurso seja anulado, dado que foi lançado sem o conhecimento prévio desta premissa importantíssima para tudo o que está em jogo.

Octávio Oliveira, ex-vereador da Câmara Municipal de Torres Novas, é o novo presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Natural do Tramagal, Octávio Oliveira, 51 anos de idade, reside há vários anos em Torres Novas, e é um dos nomes mais conhecidos do PSD no distrito de Santarém. Além do cargo autárquico já referido, foi vice-presidente do IEFP entre 2004 e 2005, director do centro de emprego de Picoas, em Lisboa, entre 1997 e 2002, e vice-presidente do Conselho Directivo, entre Novembro de 2004 e Abril de 2005, altura em que assumiu o cargo de director do centro de formação profissional para a indústria da cerâmica.

Licenciado no Instituto Superior de Economia e Gestão, Octávio Oliveira substitui no cargo outro ribatejano, Francisco Madelino, natural da Glória do Ribatejo, concelho de Salvaterra de Magos.

Citado pelo expresso, Francisco Madelino, ligado ao PS, salientou que o lugar que ocupa é um lugar de confiança política e, perante o novo quadro político e partidário que saiu das últimas legislativas, o cargo ficou à disposição.

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