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A Fundação Docomomo Ibérico enviou uma carta à Câmara Municipal de Rio Maior onde se mostra preocupada “perante o estado em que se encontra o conjunto edificado composto pela antiga fábrica de briquetes e plano inclinado de extracção da Mina do Espadanal”.

No documento, esta organização internacional criada na Holanda em 1989 com o objectivo de inventariar, proteger e divulgar o património arquitectónico do movimento moderno, lamenta ainda a “ausência de reconhecimento legal do seu valor patrimonial”,que foi inclusivamente defendido num parecer do antigo Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), emitido a 5 de Julho de 2006.

Segundo o parecer da fundação, o complexo mineiro do Espadanal “constitui um conjunto de grande interesse arquitectónico”, pelo que solicita às autoridades que “iniciem, com a maior urgência, os procedimentos necessários para a sua classificação e conservação”.

A Docomomo Ibérico recorda ainda que “a qualidade arquitectónica desta obra, edificada entre 1951 e 1955, foi reconhecida pela Ordem dos Arquitectos ao incluí-la noInquérito à Arquitectura em Portugal no Século XX (IAPXX), realizado em 2006”.

A carta do ramo ibérico da fundação, com sede em Barcelona, à autarquia de Rio Maior foi enviada também para Associação Para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico (EICEL 1920) de Rio Maior, que se tem batido pela salvaguarda e classificação do património mineiro no concelho.

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo pretende investir 24 milhões de euros no concelho de Coruche até 2015. O anúncio foi feito esta quinta-feira, 22 de março, pelo diretor-geral da empresa, Moura de Campos, que apresentou todos os investimentos realizados nas oito freguesias daquele concelho, onde já foram investidos mais de 16 milhões de euros e estão em curso mais 3 milhões de euros em obras para concluir até final de 2013.

Moura de Campos falava num colóquio realizado na Escola Profissional de Coruche, que assinalou o Dia Mundial da Água, e onde a maioria concordou que os espelhos de água do Rio Sorraia e dos seus afluentes são a melhor imagem para confirmar as vantagens do investimento que já foi realizado no encaminhamento e tratamento dos “esgotos”.

Já o vice-presidente da Câmara Municipal de Coruche, Francisco Oliveira, salientou que a integração do Município de Coruche na empresa multimunicipal Águas do Ribatejo “foi a melhor decisão” para o concelho e para os seus munícipes.

A JSD do Cartaxo manifestou-se contra o facto dos conselhos pedagógicos das escolas básicas e secundárias passarem a ser compostos unicamente por professores, um cenário que poderá resultar do acordo recente entre o Ministério da Educação e a Federação Nacional da Educação.

Apesar de estar previsto que o presidente do conselho pedagógico “possa convidar outros elementos da comunidade educativa para estarem presentes em reuniões específicas, o facto de os alunos deixarem de estar previstos na composição deste órgão resultará certamente na sua ausência permanente”, sublinhou o líder da JSD Cartaxo, Gonçalo Gaspar, numa conferência sobre a importância da participação cívica e política da juventude promovida pela Escola Secundário do Cartaxo, no âmbito da sua “Semana em Movimento”.

O jovem social-democrata disse não compreender esta decisão, sobretudo quando “se tem reforçado o discurso da necessidade de se aumentar a exigência no ensino e responsabilizar os agentes educativos”.

”Se queremos aumentar as responsabilidades dos alunos, não lhes podemos retirar oportunidades de provarem o seu valor e de, pedagogicamente, aprenderem a assumir responsabilidades e participarem na tomada de decisões”, considerou Gonçalo Gaspar durante a conferência, que se realizou no auditório municipal da Quinta das Pratas.

Sendo o conselho pedagógico o órgão de coordenação, supervisão e orientação educativa, “faz todo o sentido que tenha a presença e a voz dos alunos, mostrando a sua visão e a sua experiência, e confirmando ou não se a gestão pedagógica está a produzir os resultados pretendidos”, afirmou ainda o líder da JSD, que disse esperar que o actual secretário de Estado, José Casanova, reconsidere este acordo.

“Em vez de retrair a participação estudantil e juvenil, pelo contrário, deve haver um maior incentivo para que se combata o irrefutável afastamento dos jovens da política e da participação cívica”, concluiu Gonçalo Gaspar.

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