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A GNR foi obrigada a intervir esta manhã, em Lamarosa, na região de Torres Novas, quando um grupo de pessoas cortou a circulação dos comboios na Linha do Norte, em protesto pelo facto de circularem composições em dia de greve geral.

Noutro sectr, a fábrica da Mitsubishi, no Tramagal, a fábrica de serralharia Olimar e de metalurgia A. Domingos, em Alcanena e Atalaia, respetivamente, são três dos exemplos de empresas com produção parada no distrito de Santarém, além de hospitais, tribunais e escolas devido à greve geral.

Em declarações à Agência Lusa, citadas por vários jornais, o coordenador da União dos Sindicatos do distrito de Santarém, afeto à CGTP, afirmou que, de forma geral, está a ser uma grande greve, tendo referido verificarem-se paralisações quase totais em algumas fábricas no setor privado e adesão muito significativa em hospitais, escolas, tribunais e instituições particulares de solidariedade social.

A adesão à greve está a correr de forma muito forte nas empresas Postejo e Ribatejana, ambas em Benavente, com a adesão a atingir os 80 por cento, ilustrou Rui Aldeano, localidade onde afirmou ter existido pela manhã tentativas de intimidação por parte da GNR. Segundo o dirigente sindical, concentrou-se um número injustificado de militares daquela força junto aos piquetes de greve em Glória do Ribatejo, Coruche e Benavente numa clara tentativa de intimidação.

Rui Aldeano disse ainda que a empresa Águas do Ribatejo, em Benavente, foi encerrada a cadeado tendo sido a GNR a abrir as instalações.

Fontes policiais, igualmente contactadas pela Lusa afirmaram que o dia está a decorrer "com normalidade e sem incidentes dignos de registo".

2012 será um ano crítico em matéria de saneamento e abastecimento de água, área em que o país passará por alterações profundas nos próximos tempos. A garantia é da ministra do Ambiente, que esteve esta quarta-feira, 22 de novembro, em Santarém, onde se está a realizar o Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento

Assunção Cristas afirma que a necessidade de um abastecimento mais eficiente e mais equitativo e financeiramente mais sustentável está no centro das preocupações do Governo, até porque, contrariamente ao que alguns pensam, a água e um bem escasso e de Portugal é cada vez mis um país vulnerável às alterações climáticas.

Para a ministra, as infraestruturas têm que ser reformuladas de forma a que Portugal não continue a ter perdas muito para além dos países desenvolvidos. Caso pardigmático é o de Lisboa que, comparada com cidades como Londres ou Barcelona, tem um consumo de água per capita superior (mais do dobro).

O facto do custo da água ser, em média, um quarto do que é gasto em energia e um terço do despendido em telecomunicações, ajuda ao desperdício, o que pode ser visto como uma chamada de atenção para subidas progressivas do preço, sobretudo porque a participação de privados na gestão da água é cada vez mais comum.

O vereador do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal do Entroncamento está preocupado com o eventual encerramento do infantário da CP naquela localidade e levou o assunto à última reunião do executivo municipal.

Carlos Matias deu conta de uma carta que a administração da CP dirigiu ao sindicato dos ferroviários, e onde diz que, por duas razões, até ao fim do ano vai encerrar o infantário. A administração justifica que a CP não tem vocação para gerir infantários e que a infraestrutura é encargo a mais para a empresa.

Apesar da administração da CP garantir que, quando o infantário fechar, as crianças continuarão a frequentar estabelecimento adequado e que os pais não serão mais sobrecarregados financeiramente, Carlos Matias questiona o que acontecerá às crianças cujos pais não são da CP, mas de outras empresas do grupo, como a EMEF e a REFER., que dependem de outras administrações. Outra preocupação do vereador bloquista é o futuro dos trabalhadores do infantário.

Carlos Matias considera que, a concretizar-se o encerramento do infantário, será uma perda para todos, inclusivamente para a cidade e mostra-se solidário com os ferroviários pais das crianças e com os trabalhadores do infantário, mostrando-se disponível para apoiar as acções que eventualmente entendam desencadear para impedir o seu encerramento.

A finalizar a intervenção, o vereador do BE defendeu que a autarquia tome uma posição clara contra o encerramento do infantário e questionou a posição da Presidente da Assembleia Municipal do Entroncamento, que também é deputada da Assembleia da República.

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