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“Aldrabão”, “vigarista” e “gatuno” foram alguns dos apupos que um grupo de cerca de 40 manifestantes dedicou ao Presidente da República, Cavaco Silva, na inauguração oficial do Parque de Escultura Contemporânea do Almourol, em Vila Nova da Barquinha.

Empunhando cartazes contra a privatização da água e a degradação dos cuidados de saúde, as dezenas de manifestantes foram mantidos à distância pelas autoridades, mas fizeram ouvir as suas vaias ao chefe de Estado.

O cordão de segurança foi montado logo junto ao local onde estava prevista a chegada de Cavaco Silva, mas o coro de assobios a dar conta do descontentamento com a situação social do país acabou por marcar a visita do Presidente ao Ribatejo, onde veio descerrar a placa de um parque de arte contemporânea que custou cerca de 2,5 milhões de euros.

O chefe de Estado acabou por conhecer as 11 esculturas que o compõem protegido pelo seu corpo de segurança pessoal e pela GNR.

No final da visita, Cavaco Silva reconheceu que “não é fácil encontrar espaço para pedir mais sacrifícios àqueles que já foram sacrificados”, e recusou-se a comentar o possível alargamento dos cortes dos subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores do sector privado, dizendo que não faz especulações sobre medidas que cabe ao governo decidir.


Foi na qualidade de presidente do conselho de administração da empresa Águas de Santarém que Francisco Moita Flores anunciou a 3ª fase da construção e ampliação do serviço de saneamento de águas residuais, na quarta-feira, 4 de Julho, na Casa do Brasil.

Orçada em 21 milhões de euros, o presidente da Câmara classificou-a “como a terceira grande revolução no maior investimento jamais realizado em Santarém”.

Segundo números avançados pelo autarca, após a sua conclusão, o concelho, no que se refere ao saneamento básico, vai passar a ter uma cobertura de 93% do território, uma taxa superior à exigida pelas instâncias da União Europeia (91%).

Aquando da constituição da empresa, detida a 100% pelo município depois da tentativa frustrada da abertura do capital social a privados, a cobertura andava pelos 68%, frisou ainda Moita Flores.

A empreitada comporta a ampliação de dois sistemas e a construção de cinco sistemas de saneamento, estando previstas intervenções em Abrã, Almoster, Alqueidão do Rei, Santarém, Santos, Tremês e Vaqueiros, entre outras aldeias e pequenos locais do concelho.

Estes subsistemas de saneamento “estão dimensionados para assegurar a recolha e o tratamento de águas residuais urbanas de um total de 9.311 habitantes, representando um aumento de aproximadamente 15% na cobertura do serviço de saneamento de águas residuais”, explica uma nota de imprensa da Águas de Santarém.

As obras vão ser realizadas por um consórcio formado pelas empresas ABB – Alexandre Barbosa Borges, SA e DST Domingos Silva Teixeira, SA, que venceram o concurso público internacional publicado a 27 de Junho de 2011. O investimento total de 21 milhões de euros são financiados com verbas do QREN afectas ao Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT) e tem visto favorável do Tribunal de Contas, emitido a 12 de Junho de 2012, segundo a empresa.


A conta bancária da Junta de Freguesia de Almoster, concelho de Santarém, foi executada pelo fisco em quase 32 mil euros, relativos a uma acção de penhora pela dívida da obra de requalificação da Praça Vasconcelos Coutinho.

A decisão judicial foi proferida em Maio deste ano e a execução foi entretanto efectuada, disse à Rede Regional o presidente da Junta de Freguesia, João Neves, explicando que o órgão que lidera vai tentar recorrer da decisão.

“Uma vez que há jurisprudência contraditória em algumas decisões neste tipo de processos, vamos ver o que conseguimos fazer”, afirmou o autarca local, sublinhando, no entanto, que “não é a dívida que está em causa”.

“Nós nunca contestámos a dívida porque achamos que isso não seria moralmente correcto, tendo em conta que a obra foi feita e entregue. Simplesmente, nunca foi paga e devia tê-lo sido”, afirmou o autarca, lamentando este imbróglio.

O litígio judicial remonta a 2010, ano que o BNP Paribas, que herdou a massa falida da construtora João Salgueiro, entrou com uma acção executiva com vista à penhora de bens da Junta de Freguesia por uma dívida total de 77 mil euros.

Este valor corresponde a duas obras realizadas em 2007, a requalificação da praça no centro de Almoster (cerca de 34 mil euros) e uma empreitada de saneamento básico (22 mil euros), ainda no mandato do anterior presidente, Vítor Alves (CDU).

Em Dezembro de 2008, a Junta de Freguesia recebeu na totalidade as verbas da Câmara Municipal de Santarém para liquidar a dívida com o empreiteiro, mas o facto é que nunca pagou.

A decisão judicial relativa à obra do saneamento básico ainda não foi proferida.

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