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“A Companhia das Lezírias deve continuar a ser património público” é o nome da moção aprovada durante a última assembleia da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIM-LT), através da qual este organismo aprovou o envio de uma recomendação ao governo para que mantenha a empresa agrícola na esfera do Estado.

O documento, que se manifesta contra uma possível privatização da Companhia das Lezírias, foi apresentado pelos eleitos da CDU e aprovado por maioria com os votos favoráveis de todas as restantes forças políticas, à excepção do PSD.

A recomendação “exorta o governo a manter a empresa como património exclusivo do Estado Português, rejeitando qualquer tentação de privatização parcial ou total da empresa”, segundo se lê no documento, onde a assembleia da CIM-LT se congratula com os resultados que têm sido alcançados pela Companhia das Lezírias.

Nos últimos 15 anos, esta sociedade anónima tem registado excelentes performances financeiras, com destaque para os 500 mil euros de resultados líquidos positivos em 2010 e de um valor superior a um milhão de euros em 2011. E isto operando em sectores como a agricultura, a criação de gado e o turismo, lembram os proponentes da moção, lembrando que a Companhia das Lezírias “emprega cerca de uma centena de colaboradores”.

Fundada há 175 anos em Samora Correia, concelho de Benavente, a empresa, que gere cerca de 20 mil hectares de charneca, está a apostar no reforço da produção agrícola.

São os casos do arroz e montado de sobro, produção de carne de qualidade, cavalos de reconhecido valor na sua coudelaria, e produção de azeite e de vinhos, com vários produtos premiados a nível nacional e internacional, salientam os proponentes da moção, acrescentando que a Companhia das Lezírias tem seguido uma “política de sustentabilidade ambiental traduzida em práticas amigas do ambiente e em parcerias com várias organizações não governamentais e instituições de ensino e investigação na área do ambiente”.

A recomendação vai ser enviada ao Conselho de Administração da Companhia das Lezírias SA, aos ministros da Economia, Finanças e Agricultura, aos grupos parlamentares e à presidente da Assembleia da República.


Os vereadores do PS na Câmara de Salvaterra de Magos lançaram um apelo à autarquia para que tome medidas no sentido de controlar a praga de pombos que se tem espalhado pela vila.

São “certamente muitas centenas” e “vivem em coberturas e no interior das casas mais degradadas”, poluindo e afectando o património edificado, sustentam os socialistas no documento que apresentaram ao executivo municipal na reunião de Câmara de quarta-feira, 2 de Maio, onde recomendam o alerta dos serviços veterinários e dos serviços de saúde da autarquia.

O número exagerado de pombos é visível no largo da igreja e na praça da República, exemplificam os eleitos do PS, recordando as acções tomadas pelas Câmaras Municipais de Braga e de Lisboa para controlar a praga dos chamados “ratos com asas” nestas duas cidades.

A Câmara “vai ter de fazer alguma coisa para debelar uma situação que começa a causar cada vez maiores prejuízos”, lê-se ainda no documento apresentado por Heldér Esménio e João Simões, onde os vereadores alertam ainda para as doenças que os pombos podem provocar.

Conde Rodrigues comunicou esta quarta-feira, 2 de maio, ao líder parlamentar do PS que está indisponível para ser candidato ao Tribunal Constitucional. A decisão do ex-presidente da Câmara do Cartaxo, que exerceu também vários cargos governamentais sempre ligado ao PS, coloca um ponto final na polémica que envolveu a sua indicação para o Tribunal Constitucional.

Recorde-se que a escolha de Conde Rodrigues para este novo cargo começou a ser questionada por Marques Mendes, que no seu comentário semanal no programa “Política Mesmo”, na TVI, criticou o comportamento de PS e PSD na forma como escolheram os candidatos para o Tribunal Constitucional e mostrou-se mesmo indignado com a indicação de Conde Rodrigues. “Quer ser eleito magistrado, mas na prática não é magistrado. Conde Rodrigues só foi magistrado um ano e meio da vida dele. Ele é político. Vamos pôr políticos no Tribunal Constitucional? Não quis há um ano ser magistrado para um tribunal de primeira instância, mas agora já quer para um tribunal de topo?”, disse na altura o comentador.

Esta quarta-feira, um despacho da presidente da Assembleia da República, Assunção  Esteves, deu por arquivado o atual processo de candidatura, afirmando que aguarda por uma nova lista ou mais. Embora discordando da decisão da presidente da Assembleia da  República, Conde Rodrigues comunicou ao líder parlamentar do PS a sua indisponibilidade para voltar a ser proposto como candidato a juiz do Tribunal Constitucional.

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