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Numa acção que visou chamar a atenção para o aumento do desemprego no distrito, o Bloco de Esquerda de Santarém afixou cartazes e colocou uma faixa junto ao Centro de Emprego de Santarém na terça-feira, 1 de Maio.

Segundo o Bloco, que cita números oficiais, “a média do aumento do desemprego é de 43,63%, tendo passado de 2.267 para 3.256 pessoas sem acesso ao emprego” no espaço de um ano, ou seja, desde a chegada da Troika.

O BE acrescenta ainda que o desemprego jovem é o mais preocupante, subindo 49,62% na faixa estaria que tem menos de 25 anos, mas que cresceu 47,02% para pessoas entre os 35 e os 54 anos, e 24,02% entre que tem mais de 55 anos.

Esta “explosão do desemprego” é o resultado das políticas da Troika, segundo o Bloco, para quem “estes números representam um desastre social” que vai “ser agravado pela decisão do governo PSD / CDS de diminuir o tempo de subsídio de desemprego”.

Os bloquistas chamam ainda a atenção para o facto de “nos contactos realizados no âmbito da campanha contra a pobreza, o desemprego era referido, insistentemente, como a causa fundamental da pobreza”. “Os números provam, agora, a dimensão trágica do empobrecimento geral provocado pelo desemprego, fruto directo da política do governo PSD / CDS / Troika”, conclui o mesmo comunicado.


Tendo em conta a intenção da Câmara de Rio Maior em adquirir dois imóveis devolutos na zona antiga “com o objectivo da sua demolição”, a Associação para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico (EICEL 1920) alerta para “a necessidade de se evitar um novo acto de descaracterização da imagem urbana” da cidade.

Em causa, segundo um comunicado desta associação, estão dois prédios existentes na Rua Mouzinho de Albuquerque, em relação aos quais a autarquia já chegou a acordo com os proprietários para a sua aquisição.

Segundo a EICEL 1920, que se baseia nas informações prestadas pelo executivo municipal em reuniões de Câmara e Assembleias Municipais, a autarquia pretende demoli-los com o intuito de “ resolver o estrangulamento do trânsito na curva antes do prédio da Corfig, no âmbito das obras de requalificação”.

Os defensores do património querem a todo o custo evitar a destruição dos dois prédios situados a poucos metros da Casa Senhorial d’el Rei D. Miguel, considerando que os mesmos têm valor histórico, patrimonial e arquitectónico, a exemplo dos edifícios que a Câmara já demoliu na Praça do Comércio, o que contribuiu para a sua “lamentável descaracterização”.

O património é constituído “não só pelos nossos monumentos mais importantes, mas também pelos conjuntos de construções mais modestas das cidades antigas e aldeias tradicionais”, segundo se lê no comunicado da EICEL 1920, onde a direcção desta associação considera “que a zona antiga de Rio Maior se insere num conceito de conjuntos edificados que, mesmo na ausência de edifícios excepcionais, podem apresentar uma especial atmosfera que os qualifica como obras de arte, diversificadas e articuladas”.


Renato Campos, ex-presidente da Câmara do Cartaxo entre 1976 e 1993, é o mandatário de Pedro M. Ribeiro na sua recandidatura à presidência da comissão política concelhia do PS Cartaxo.

O nome do mandatário, que é também um dos fundadores do PS Cartaxo, foi anunciado durante a apresentação pública da candidatura “Futuro”, que decorreu na sede do partido, e onde Pedro Ribeiro se apresentou aos militantes “com o sentido do dever cumprido”.

“Nestes dois anos de mandato, cumprimos o programa que apresentámos aos militantes”, salientou o responsável, eleito pela primeira vez em 2010, e explicando que o tempo foi dedicado “a arrumar a casa, a organizar o partido, a devolver a voz aos militantes e aos cidadãos, e a descentralizar as reuniões por todas as oito Freguesias numa aposta de proximidade às populações e ao trabalho que está a ser desenvolvido pelos nossos autarcas”.

Como prioridade para o mandato de 2012-2014, o candidato definiu o restauro e o reforço dos laços de confiança dos eleitores com o PS Cartaxo, que, ao chegar aos 600 militantes inscritos, tornou-se na maior secção do distrito, ultrapassando as concelhias de Santarém, Tomar e Ourém.

A “confiança dos eleitores será fundamental, segundo Pedro Ribeiro, “para que possamos merecer, mais uma vez, vencer as eleições autárquicas de 2013 e manter o Cartaxo como o único concelho socialista do distrito de Santarém desde que existem eleições autárquicas”.

Além de Renato Campos como mandatário, a candidatura “Futuro” tem o jurista e dirigente associativo Délio Pereira como presidente da comissão de honra, o professor do ensino superior António Morão como coordenador da moção estratégica, e Hugo Vieira como director de campanha.

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