PUB

chamusca ilha

PUB

reino natal

António Filipe, deputado do PCP eleito pelo círculo de Santarém, vai visitar o antigo complexo mineiro do Espadanal, em Rio Maior, na sexta-feira, 6 de Janeiro. A deslocação do deputado comunista tem como objectivo “a apreciação do processo de estudo e salvaguarda do património mineiro riomaiorense e do estado de conservação do complexo”, explica a EICEL 1920 - Associação para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico, que se tem insurgido publicamente contra o facto da Câmara de Rio Maior se ter recusado a abrir o procedimento administrativo para a sua classificação como património de interesse municipal.

O encontro com António Filipe está marcado para as 15 horas, no hotel Paulo VI, seguindo-se a visita à antiga fábrica de briquetes, e uma sessão de apresentação da história do período mineiro da cidade e do ponto de situação do pedido de classificação.

No âmbito do convite que a EICEL 1920 dirigiu a todos os grupos parlamentares, a primeira a visitar as antigas minas do Espadanal foi a deputada Catarina Martins, do Bloco de Esquerda, no passado dia 10 de Dezembro. Nessa ocasião, a eleita lamentou ter encontrado um verdadeiro depósito de sucata, onde abundam pneus gastos, resíduos de obras e até um amontoado de esculturas que já estiveram instaladas no jardim municipal. Catarina Martins considera que o local, ao ser usado como lixeira a céu aberto, constitui um verdadeiro perigo junto a um centro escolar. “A protecção deste importante património é, portanto, da máxima urgência, tanto para evitar a sua completa destruição, como para garantir a segurança pública”, assinalou a deputada no site do grupo parlamentar do BE.

Na sequência da sua deslocação ao local, Catarina Martins apresentou um requerimento no Parlamento onde questiona se a Secretaria de Estado da Cultura tem conhecimento de que o complexo mineiro do Espadanal está a ser utilizado como depósito de resíduos e materiais de construção. A eleita bloquista questiona ainda ao governo se concorda com a interpretação da Câmara Municipal de Rio Maior, que, recorde-se, recusou a abertura do processo de classificação com o argumento de que “o início de um processo e posterior classificação de um sítio implica uma série de condicionantes que, regra geral podem constituir mais um entrave que um apoio na gestão do património”, uma interpretação que a EICEL 1920 já veio a público lamentar profundamente.

Após vários anos de inatividade, o mercado mensal de Rio Maior vai ser reativado. A data para o regresso do mercado é o dia 16 de Janeiro mas voltará a realizar-se às terceiras segundas-feira de cada mês, das 8 às 16 horas, no espaço das antigas Caves D. Teodósio, que atualmente serve de parque de estacionamento no centro da cidade.

“Era uma forte determinação nossa começar o novo ano com esta reativação e felizmente será uma realidade”, refere o vereador com o pelouro das feiras e mercados na Câmara de Rio Maior, Nuno Malta, que relembra a força que este mercado já teve noutros tempos e aponta a enorme expetativa que esta ideia já está a causar na população.

A comissão política concelhia do PS de Santarém exige que a Câmara Municipal assuma as suas responsabilidades políticas por ter persistido em aplicar ilegalmente o regulamento do estacionamento tarifado na cidade.

“Foi um ano em que muitos munícipes e não só, pagaram a uma empresa privada uma taxa (estacionamento) que não lhes era exigível e continua a não ser até 30 dias após a publicação do novo” regulamento, lê-se numa nota que o PS scalabitano publicou na sua página do Facebook na segunda-feira, 2 de Janeiro.

Os socialistas recordam que a nova versão do documento, que revoga a anterior e que já cumpre todos os critérios legais, só foi aprovada na última sessão da Assembleia Municipal, realizada no passado dia 21 de Dezembro. Ou seja, “foi um ano em que o executivo PSD preferiu a ilegalidade a ouvir a voz da razão”, acusam os socialistas na mesma nota, onde questionam sobre quais serão “as consequências políticas de quem preferiu manter tanto tempo a ilegalidade”.

“Os erros têm que ter um rosto”, exigem os autores da nota, que somam a esta questão da cobrança indevida de tarifas de estacionamento “o erro no procedimento concursal para a construção do novo Pavilhão Gimnodesportivo em Pernes, mais a ilegalidade do concurso da venda de capital social das Águas de Santarém”.

O PS local recorda ainda que “todas as propostas que beneficiam os utilizadores do estacionamento em Santarém” são da sua autoria, “nomeadamente, a discussão pública do regulamento, o fraccionamento do estacionamento, a fiscalização ser feita pelo município (passa a ser uma fonte de receita municipal e não apenas privada), e a sua publicação”. Isto apesar de todo o estacionamento à superfície na malha urbana da cidade se manter concessionado a uma empresa privada, a Abispark, uma decisão do executivo municipal que se irá manter, contra a proposta dos socialistas.

Mais artigos...

PUB

Rede Regional

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

politeama rainhadaneve

PUB

Quem está Online?

Temos 757 visitantes e 0 membros em linha