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“O PS distrital ganhará uma nova vida”, prometeu António Gameiro aos cerca de 80 militantes e simpatizantes socialistas que se juntaram em Santarém para participar no lançamento oficial da sua candidatura à federação distrital do partido, na segunda-feira, 9 de Abril.

Com um discurso pragmático, o ex-deputado apresentou-se “para trabalhar em prol da união do partido” com o objectivo “de tornar o PS na força política mais votada nas autárquicas de 2013”.

A nível interno, unir o partido passa por “trabalhar de uma forma mais próxima junto das concelhias e das estruturas locais”, defendeu António Gameiro, que prometeu descentralizar as reuniões das estruturas políticas, criar grupos de reflexão sobre grandes questões como o ordenamento do território e a regionalização e fixar uma agenda política própria.

“Vamos apresentar ideias para desenvolver o distrito e resolver os seus problemas, e vamos exigir à presidente da distrital do PSD que justifique perante os eleitores do Ribatejo a política de desinvestimento e de esquecimento que este governo impôs no distrito. Os responsáveis têm que dar a cara”, afirmou o candidato, que chegou mesmo a desafiar Isaura Morais para “debates mensais num qualquer órgão de comunicação social à sua escolha” sobre os impactos das medidas do governo nos 21 concelhos ribatejanos.

E deu como exemplos o encerramento de alguns tribunais, o fecho de extensões de saúde e a proposta da reforma administrativa que vai levar à extinção de freguesias, entre outros exemplos.

A vitória nas eleições autárquicas de 2013 é o grande objectivo de António Gameiro, que promete apresentar candidaturas “fortes e ganhadoras” em concelhos “onde a acção e a irresponsabilidade do PSD levou as Câmaras a atravessar situações políticas bastante complicadas”, dando como exemplos os casos de Santarém e Tomar.

Nos casos das autarquias já geridas pelo PS mas onde os presidentes não se podem recandidatar por força da lei da limitação dos mandatos, o ex-deputado garantiu que vai “escolher os melhores” para lhes suceder.

Além de Hugo Costa, o director de campanha, e de Carlos Nestal, presidente da concelhia de Santarém que esteve em representação de Idália Serrão, a mandatária da campanha, António Gameiro sentou na mesa de honra Paulo Fonseca, o actual presidente da federação, que a 15 de Junho vai passar o testemunho.

O actual presidente da Câmara de Ourém definiu o candidato “como o socialista mais bem colocado no distrito para liderar a federação do PS”. “É alguém da velha guarda, sendo bastante novo, permanentemente motivado para trabalhar e um profundo conhecedor do aparelho do PS, inclusivamente em Lisboa, onde já exerceu cargos de grande responsabilidade”, afirmou Paulo Fonseca, prestes a terminar o seu segundo mandato.

“Estou certo que continuará o que de bom foi feito e que será um líder forte e que garante a unidade”, acrescentou.

Está em período de apreciação pública, até 6 de Maio, o Projecto de Regulamento Geral das Zonas de Estacionamento de Duração Limitada de Azambuja”.

O referido regulamento, publicado esta quinta-feira, 5 de abril, em Diário da República (2ª série, nº69) – encontra-se  à disposição dos interessados no sítio da internet do município (www.cm-azambuja.pt) e na Unidade de Atendimento ao Público, em Azambuja (Travessa da Rainha, nº 3, das 09H00 às 16H30), bem como nas sedes das Juntas de Freguesia do Concelho.

Durante aquele período, todos os interessados poderão apresentar sugestões, por escrito, dirigidas ao Presidente da Câmara Municipal e entregues na Unidade de Atendimento a Público.

O resgate financeiro do município do Cartaxo é “inevitável”, segundo a comissão política concelhia do PSD local, que coloca a autarquia “entre o restrito conjunto das mais endividadas e com gritantes problemas de saúde financeira”, sendo ainda “um dos casos mais graves para solucionar a nível nacional”.

Isto porque, segundo as contas dos social-democratas, “o peso da sua dívida total é mais de 205% superior ao da receita total”, sendo quase todo esse valor “ultrapassa o pagamento em 90 dias”.

“Em suma, o município do Cartaxo não consegue no dia-a-dia gerar receita que lhe permita pagar as suas despesas correntes e diárias”, assinala um comunicado do PSD, que contabiliza a dívida em mais de 52 milhões de euros a fornecedores e à banca.

Como exemplos da agonia financeira, os social-democratas recordam que as obras no parque de negócios “se encontram suspensas por falta de pagamentos”, e que o parque de estacionamento subterrâneo “está há cerca de seis meses para começar a funcionar apesar das sucessivas promessas de abertura”.

Em relação a este caso, o presidente da autarquia, Paulo Varanda, explicou na última reunião pública de Câmara que a banca chumbou um empréstimo de 690 mil euros para que a empresa municipal Rumo 2020 assegurasse o pagamento da comparticipação nacional do projecto, um investimento total de 4,5 milhões de euros (financiado a 85% por fundos comunitários, que só serão disponibilizados quando a autarquia cumpra com a fatia que lhe cabe). Segundo Paulo Varanda, a Câmara está a tentar negociar com o empreiteiro o pagamento faseado da obra num período temporal alargado.

Ainda segundo o comunicado do PSD local, “o centro escolar de Cartaxo - Vila Chã de Ourique corre o risco de não abrir quando se iniciar o próximo ano lectivo” e “a nova esquadra da PSP avança penosamente”.

A estes exemplos juntam-se o atraso no pagamento dos protocolos de delegação de competências nas freguesias, o aumento do contencioso com fornecedores que reclamam dívidas judicialmente, a recente proibição de depositar resíduos recolhidos no aterro sanitário da RESIURB / ECOLEZÍRIA por incumprimento no pagamento de quase um milhão de Euros, e a ameaça de suspensão dos serviços prestados pela Rodoviária do Tejo relativos ao transporte dos alunos do concelho (mais de 600 mil euros).

“Os truques estão praticamente esgotados”, concluiu o PSD Cartaxo, sublinhando que a “recente Lei dos Compromissos, obrigando à transparência das contas, veio tornar ainda mais gritante a incapacidade do município para satisfazer os seus compromissos com fornecedores”.

“A tesouraria está no limite do colapso, ameaçando em breve deixar de pagar as suas mais elementares despesas, como recentemente se soube pelo atraso no pagamento dos vencimentos aos trabalhadores municipais”, salientam ainda os autores do comunicado.

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