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O executivo da Câmara do Entroncamento decidiu cancelar a cerimónia de aniversário da elevação a concelho que se assinala a 24 de novembro. A decisão foi tomada em solidariedade com a luta dos funcionários que queiram aderir à greve geral nacional marcada para esse dia.

Citada pela Agênia Lusa, a vice-presidente da autarquia, Paula Costa, explica que embora o executivo (PSD) esteja em total sintonia com as medidas adotadas pelo Governo, compreende o esforço muito grande que é pedido aos trabalhadores, sobretudo aos que recebem menos.

Esta medida acaba por ser a repetição do que aconteceu há um ano atrás, em 2010, quando, pela mesma razão, a câmara cancelou os festejos do feriado municipal também por coincidirem com o dia marcado para a greve geral.

O município decidiu manter apenas a realização da Gala Carril Dourado – que passa do dia 24 para o dia 30 – por se tratar de uma cerimónia que premeia o esforço das coletividades que contribuem para o desenvolvimento integral dos jovens do concelho.

Os partidos e grupos de cidadãos que queiram participar na campanha para o referendo local que se irá realizar no Cartaxo a 18 de dezembro têm até esta sexta-feira, 11 de novembro, para registarem esse interesse junto da Comissão Nacional de Eleições.

A data foi fixada esta quarta-feira pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), que confirmou também a pergunta a que os Cartaxeiros terão de responder: “Concorda que a Câmara Municipal do Cartaxo contratualize a concessão de exploração do parque de estacionamento coberto e de mais 620 lugares de estacionamento dispersos nas ruas circundantes ao centro urbano, por um prazo de 30 anos, a uma empresa privada?”.

A campanha eleitoral para este referendo vai decorrer de 6 a 16 de Dezembro e os eleitores do concelho têm até à próxima segunda-feira, dia 14, para consultar as alterações ocorridas nos cadernos de recenseamento para alguma eventual reclamação.

Até dia 18, o presidente da Câmara Municipal do Cartaxo tem de determinar e comunicar às juntas de freguesia os locais de funcionamento das assembleias de voto, que serão anunciados em editais a afixar nos locais habituais até dia 20.

Até 3 de dezembro, o presidente da autarquia tem que mandar afixar os editais que indicam o dia, horas e locais das assembleias de voto, bem como o número de inscritos no recenseamento de eleitores em cada assembleia de voto.

A proposta de realização de um referendo sobre esta matéria foi apresentada pelo Bloco de Esquerda à Assembleia Municipal do Cartaxo, por considerar que a câmara municipal "omitiu até à publicação em Diário da República que o prazo de concessão seria de 30 anos, hipotecando as receitas camarárias e a capacidade de gestão dos executivos vindouros".

Paulo Varanda, que até agora era vice-presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, assumiu esta terça-feira, 8 de Novembro, a presidência da autarquia, substituindo Paulo Caldas que renunciou ao cargo há cerca de duas semanas.

Licenciado em engenharia militar e ex-comandante de companhia de comando e serviços, Paulo Varanda foi ainda diretor técnico do projeto de Cooperação Portugal/Guiné Bissau/Estados Unidos da América para a desminagem, entre outras funções de cariz militar, nomeadamente no âmbito da NATO e União Europeia.

Integrou a equipa de Paulo Caldas como independente na candidatura às eleições autárquicas de 2009, tendo assumido a vice-presidência.

No discurso da tomada de posse, proferido durante a reunião camarária, Paulo Varanda

No dia em que tomou posse, Paulo Varanda mostrou-se confiante quanto ao futuro do concelho e assegura que, juntamente com a sua equipa, irá procurar as melhores soluções para os desafios que se colocam actualmente ao desenvolvimento do concelho e à melhoria da qualidade de vida de toda a população.

Paulo Varanda sucede a Paulo Caldas, que entrou para a autarquia como vice-presidente, tendo sido eleito pela primeira vez presidente em 2001, acabando por renunciar a meio do seu terceiro e, de acordo com a atual legislação, último mandato.

Com a saída de Paulo Caldas, que regressa ao seu lugar no Departamento de Relações Internacionais do Banif, entra para o executivo autárquico Fernando Martins, que ocupou vários cargos de liderança em diversas organizações, entre os quais Codepa (sociedade instituidora do Instituto Superior de Novas Profissões – INP), o INP, a Enercontrol, a Chloride Portugal e a Projecontrol. A sua formação profissional mais recente conta com vários cursos feitos no estrangeiro, designadamente no Reino Unido e em Espanha..

A decisão de Paulo Caldas (eleito pelo PS, mas que, por divergências com o partido, acabou por entregar o cartão de militante) foi criticada pelas forças da oposição, com a CDU e o Bloco de Esquerda a realçarem a dívida deixada pelo autarca, da ordem dos 50 milhões de euros, sem que, no seu entender, tenha correspondido à melhoria da qualidade de vida das populações.

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