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Paulo Varanda, que até agora era vice-presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, assumiu esta terça-feira, 8 de Novembro, a presidência da autarquia, substituindo Paulo Caldas que renunciou ao cargo há cerca de duas semanas.

Licenciado em engenharia militar e ex-comandante de companhia de comando e serviços, Paulo Varanda foi ainda diretor técnico do projeto de Cooperação Portugal/Guiné Bissau/Estados Unidos da América para a desminagem, entre outras funções de cariz militar, nomeadamente no âmbito da NATO e União Europeia.

Integrou a equipa de Paulo Caldas como independente na candidatura às eleições autárquicas de 2009, tendo assumido a vice-presidência.

No discurso da tomada de posse, proferido durante a reunião camarária, Paulo Varanda

No dia em que tomou posse, Paulo Varanda mostrou-se confiante quanto ao futuro do concelho e assegura que, juntamente com a sua equipa, irá procurar as melhores soluções para os desafios que se colocam actualmente ao desenvolvimento do concelho e à melhoria da qualidade de vida de toda a população.

Paulo Varanda sucede a Paulo Caldas, que entrou para a autarquia como vice-presidente, tendo sido eleito pela primeira vez presidente em 2001, acabando por renunciar a meio do seu terceiro e, de acordo com a atual legislação, último mandato.

Com a saída de Paulo Caldas, que regressa ao seu lugar no Departamento de Relações Internacionais do Banif, entra para o executivo autárquico Fernando Martins, que ocupou vários cargos de liderança em diversas organizações, entre os quais Codepa (sociedade instituidora do Instituto Superior de Novas Profissões – INP), o INP, a Enercontrol, a Chloride Portugal e a Projecontrol. A sua formação profissional mais recente conta com vários cursos feitos no estrangeiro, designadamente no Reino Unido e em Espanha..

A decisão de Paulo Caldas (eleito pelo PS, mas que, por divergências com o partido, acabou por entregar o cartão de militante) foi criticada pelas forças da oposição, com a CDU e o Bloco de Esquerda a realçarem a dívida deixada pelo autarca, da ordem dos 50 milhões de euros, sem que, no seu entender, tenha correspondido à melhoria da qualidade de vida das populações.

A Juventude Socialista (JS) elegeu novos lideres em vários concelhos durante o mês de outubro. Ao todo foram cinco as concelhias que foram a votos.

Assim, para o mandato de 2011 a 2013 foram eleitos coordenadores das estruturas concelhias os seguintes elementos. Vasco Casimiro (Cartaxo); Edgar Rodrigues (Constância); Tiago Preguiça (Santarém), Nuno Ferreira (Tomar) e Francisco Dinis (Torres Novas).

Os deputados do PSD, eleitos pelo círculo eleitoral de Santarém querem saber se os Ministérios da Administração Interna e da Economia têm algum plano de emergência na eventualidade de ocorrer algum incidente nas encostas de Santarém.
Em duas perguntas entregues na Assembleia da República, os deputados sociais-democratas frisam a sua preocupação com a “grave situação” das barreiras de Santarém, que ao longo dos anos têm registado fenómenos de instabilidade que “recorrentemente colocam em causa a segurança pública”.

Os deputados querem saber dos Ministérios da Administração Interna e da Economia (que detém as competências das Obras Públicas) o que foi passado sobre esta matéria pelo anterior Governo e qual o acompanhamento que está a ser feito ao nível da Proteção Civil relativamente à instabilidade das encostas de Santarém.

Perguntam ainda que monitorização tem sido feita, se existe algum plano de emergência caso ocorra algum incidente, e qual o seu teor, que meios preveem afetar à zona durante o inverno que se aproxima e de que forma os dois Ministérios se estão a coordenar.

Os textos lembram que, depois das derrocadas registadas no inverno de 2001, foi assinado, em 2004, um protocolo entre vários Ministérios e a câmara municipal de Santarém que sublinhava que “a crescente frequência de situações de instabilidade implica uma intervenção definitiva e urgente de forma a garantir a segurança das populações bem como a salvaguarda do património edificado”.

Os deputados do PSD lembram que desde 1996 que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) “demonstrava preocupações sobre a instabilidade das barreiras” e que existem várias atas de reuniões que recomendam “intervenção imediata devido ao risco iminente de derrocada, as quais não tiveram qualquer consequência até aos dias de hoje”.

Os documentos sublinham que a câmara de Santarém concluiu em junho de 2010 o projeto de execução que decorreu do Projeto Global de Estabilização das Encostas de Santarém, adjudicado em 2007, com vista a uma intervenção definitiva.
Referem, em particular, a questão da linha ferroviária do Norte, situada na base do planalto da cidade, junto à margem do Tejo, cuja manutenção da estabilidade tem tido “custos elevados para a Refer”.

A opção da variante de Santarém à linha ferroviária, como solução para a estabilização das barreiras, prevista, projetada e depois suspensa pelo anterior Governo, é, para os deputados sociais-democratas, “um investimento em salvaguarda de vidas humanas e de amplitude e contexto nacional”, que não pode ser comparado a qualquer outro investimento, nem ser “despriorizado em prol de qualquer autoestrada, TGV ou aeroporto”.

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