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Tendo em conta que a Câmara Municipal do Cartaxo “está falida” e que “as suas receitas não chegam sequer para custear os compromissos correntes”, os vereadores do PSD querem que seja feita uma auditoria externa às contas da autarquia. As expressões entre aspas fazem parte da proposta de deliberação apresentada por Paulo Neves e Pedro Reis na reunião de Câmara de terça-feira, 14 de Fevereiro, e que foi chumbada com os votos da maioria PS que gere o município.

Segundo os eleitos social-democratas, têm sido vários os casos vindos a público nas últimas semanas que demonstram a asfixia financeira da Câmara. É o caso da dívida de 98o mil euros à Resiurb referentes ao pagamento do transporte e depósito dos lixos recolhidos no concelho, os 600 mil euros à Rodoviária do Tejo relativos ao transporte escolares ou “os inúmeros processos judiciais em curso em que, só num deles, foi reconhecida uma dívida à ACORIL que ultrapassa os 590 mil euros”. São exemplos que “prejudicam o bom nome do Cartaxo”, assinalam os vereadores do PSD, sublinhando que a “dívida de curto prazo encontra-se entre as maiores a nível nacional - cerca de 18 milhões de euros - embora o município seja classificado de média dimensão no contexto nacional”.

No mesmo documento, Paulo Neves e Pedro Reis recordam ainda as dívidas aos fornecedores da autarquia e “os sucessivos incumprimentos nos protocolos para associações e colectividades do concelho”, que se arrastam desde 2008. O facto do actual presidente da autarquia, Paulo Varanda, ter afirmado numa entrevista à Rádio Cartaxo que existe a necessidade de renegociar toda a dívida de curto e médio prazo para longo prazo foi outro dos argumentos utilizados pelos vereadores do PSD, no texto da proposta rejeitada pela maioria PS.



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