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As concelhias de Tomar do PSD e do PS anunciaram este sábado, 26 de Novembro, o fim da coligação que estabelecida após as últimas eleições autárquicas (em 2009), e que previa a partilha da gestão no executivo municipal.

O motivo para esta ruptura tem a ver com o chumbo, por parte do PS, da revisão orçamental da autarquia na Assembleia Municipal realizada na sexta-feira à tarde. Os socialistas, que se tinham abstido, na votação do mesmo documento na reunião do executivo da Câmara Municipal, viabilizando assim a sua aprovação, justificam a mudança do sentido de voto com o facto desta incluir nas contas da autarquia a dívida de 6,5 milhões de euros resultante do acordo com a Parque T.

Ainda na sexta-feira à noite, numa reunião da comissão política, os socialistas decidiram romper a coligação, uma vez que a atual concelhia não se revia no acordo assinado pela anterior direcção política do PS de Tomar.

Com o fim da coligação, o PSD passa a gerir o município de Tomar em minoria, já que detém apenas três dos sete mandatos. Nos próximos dias terá de haver uma redistribuição dos pelouros, uma vez que os dois vereadores do PS eram responsáveis pelas áreas do Urbanismo (José Vitorino) e dos Bombeiros e Proteção Civil (Luís Ferreira).

Recorde-se que nas autárquicas de 2009, o PSD venceu com maioria simples (34,96%), ficando com três eleitos no executivo, tendo os restantes sido conquistados pelo PS (20,89% e dois mandatos) e pelos Independentes por Tomar (19,99% e também dois mandatos).



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