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A Câmara do Cartaxo reduziu o seu passivo financeiro em 2 milhões 348 mil euros no ano de 2019, passando o rácio de endividamento de 4,08 em 2018, para 3,85 em 2019, um valor que se confirma como uma tendência constante desde 2013.

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As Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão de 2019 foram aprovadas, por maioria, na reunião de 22 de julho, com os 5 votos a favor do PS e dois contra dos vereadores da coligação Juntos pela Mudança (PPD/PSD – NC).

O presidente da Câmara Municipal, Pedro Magalhães Ribeiro, destacou os resultados “muito positivos” e defendeu que os “indicadores fundamentais que falam por si, são factos e testemunham o rigor e a responsabilidade das decisões tomadas”.

Entre os dados mais relevantes está o facto e o prazo médio de pagamentos, que em 2013, era de 373 dias, passar a ser de 39 dias, em final de 2018 e de 23 dias em final de 2019, uma diferença de menos 350 dias relativamente a 2013.

Os pagamentos em atraso superiores a 90 dias, registam valor zero em dezembro de 2019, em contraponto a 22 milhões em 2013.

Outro fator destacado pela maioria socialista é o facto do resultado líquido ser o melhor desde 2007. “De um ponto de partida em 2013 com resultado líquido negativo em quase 2 milhões de euros (1 milhão 919 mil euros), a Câmara Municipal encerrou as contas de 2019, com um resultado líquido positivo superior a 2 milhões (2 milhões 771 mil euros), sendo que em relação a 2018, estes resultados tinham sido melhores em 1 milhão e 600 mil euros”, refere a maioria socialista.

Pedro Magalhães Ribeiro admite no entanto que a situação de rutura financeira estrutural do município “ainda nos espreita em cada curva da estrada” e defende que “a determinação e a força para não ceder qualquer espaço a decisões que deitem por terra o trabalho feito, são essenciais”.

Fernando Amorim, vice-presidente e responsável pelo pelouro financeiro da autarquia fala no “resultado de muito trabalho e contenção” que fez com que o município passasse a ter fundos disponíveis.

Este indicador passou a ser positivo em janeiro de 2018 e mantém-se positivo em 2019 – o ano encerrou com quase 2 milhões de euros de fundos disponíveis (1 milhão 986 mil euros). Em 2013, eram mais de 55 milhões de euros negativos (55 milhões e 663 mil euros negativos) – uma recuperação perto dos 58 milhões de euros (57 milhões 649 mil euros).

Os fundos próprios continuam negativos, apesar da enorme recuperação financeira, apresentando uma melhoria de 3 milhões 802 mil euros.

Para se ter uma ideia, em 2013, no início do mandato anterior, transitaram mais de 29 milhões e 172 mil euros de dívida para o ano seguinte, em 2019, apenas transitaram 117,7 mil euros – o que corresponde a uma redução de 29 milhões e 56 mil euros de dívida transitada, em cinco anos.

As Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão 2019 serão apresentados na sessão da Assembleia Municipal de 26 de junho para análise, apreciação e votação



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