O advogado escalabitano Ruí Patrício foi nomeado pelo Governo para fazer parte do conselho de administração da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Coleção Berardo (FAMC), substituindo João Nuno Azevedo Neves, que renunciou ao mandato na semana passada.

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Rui Patrício, sócio e membro do conselho de administração da sociedade de advogados Morais Leitão, ganhou fama na área do contencioso criminal, contraordenacional, civil, comercial e pontualmente na arbitragem nacional, e tem obra publicada sobre temas jurídicos e de justiça.

Foi membro do Conselho Superior de Magistratura, entre maio de 2009 e novembro de 2011, e atualmente é membro do Conselho de Prevenção da Corrupção e membro da direção do Observatório Português de Compliance e Regulatório (OPCR).

Recorde-se que Novo Banco, CGD e BCP interpuseram um processo ao empresário e colecionador José Berardo para recuperar uma dívida superior a 962 milhões de euros, tendo a justiça determinado o arresto das obras em nome da Associação Coleção Berardo (ACB).

O processo de guarda do arresto das cerca de mil obras de arte de José Berardo que estão no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, onde está instalado o Museu Coleção Berardo, estarão no centro da renúncia de João Neves, agora substituído por Rui Patrício.