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António Colaço, histórico antigo assessor do grupo parlamentar do PS na Assembleia da República, está a apelar a uma manifestação popular em frente à Câmara Municipal de Abrantes no próximo dia 11 de junho, às 14h30, hora para a qual estão previstas as explicações da autarquia sobre o litígio que mantém com o empresário Jorge Ferreira Dias.

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Em causa estão as ondas de choque provocadas pela reportagem da jornalista Ana Leal, da TVI, sobre o caso que levou à falência o empresário abrantino, e que levanta questões muito graves acerca de alegadas ilegalidades e favorecimentos cometidos pela Câmara de Abrantes, então liderada pela socialista Maria do Céu Albuquerque, ao longo de todo o processo.
Através da página do Facebook da Associação Ânimo, António Colaço, que reside no concelho vizinho de Mação, apela a que todos vão “exigir justiça e manifestar solidariedade” com Jorge Ferreira Dias, porque Abrantes deve ser uma “terra justa quanto antes”.
“Basta de cobardia”, acrescenta o ex-assessor parlamentar, porque “se a justiça já falou quatro vezes, deixemos de ser soezes e exijamos que a Câmara Municipal de Abrantes se sente à mesa para repor o que estava antes”.
“A democracia não se esgota no votar, antes, e cada vez mais, no questionar o que está a ser feito com o nosso voto”, lê-se ainda no texto, onde António Colaço acrescenta que Maria do Céu Albuquerque, que entretanto foi promovida de autarca a secretária de Estado por António Costa, há muito que se devia ter demitido.

Forças políticas locais também exigem explicações
abrantes maria ceu albuquerque azeiteAo ver a reportagem da TVI, que foi exibida no passado dia 30 de maio, o vereador do PSD Rui Santos usou também as redes sociais para informar que solicitou uma reunião de Câmara extraordinária com caráter de urgência ao atual presidente, Manuel Valamatos, para que as questões levantadas sejam “cabalmente explicadas”.
O Bloco de Esquerda “exige ao PS abrantino, que governa os destinos deste concelho há dezenas de anos, um esclarecimento publico e cabal sobre a conduta da Câmara em todo este processo”, segundo se lê num comunicado de imprensa assinado pelo vereador Armindo Silveira.
“Face à gravidade da situação, o silêncio do PS abrantino e da sua maioria no executivo camarário revela uma incapacidade evidente para assumir responsabilidades e tirar as necessárias consequências”, acrescenta o vereador do Bloco, para quem a Câmara “contribuiu de forma decisiva para a falência de um grupo empresarial de Abrantes”.

 



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