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Um grupo de 32 pessoas subscreveu o manifesto "Por um Jardim da Liberdade inclusivo", que não concorda com a instalação da nova Casa do Benfica nas cafetarias desativadas há vários anos naquele espaço e que recomenda que a localização do projeto seja repensada.

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O documento, entregue esta terça-feira, 21 de maio, ao presidente da Câmara de Santarém, refere que "não se põe em causa a oportunidade ou a legitimidade deste projeto que consideram bem-vindo para Santarém", mas os signatários, "como munícipes e cidadãos conscientes e participativos, não concordam com o uso deste espaço público, central da cidade, para fins clubísticos que possam dividir e condicionar a sua frequência a parte da população do concelho".
"Apenas pretende este manifesto ser um aviso sério e um pedido ao executivo camarário para repensar a localização desse projeto", reforçam os autores na introdução ao documento, também enviado à Rede Regional.
O documento recomenda que a autarquia "procure resolver a atual situação degradante daquele espaço, de modo mais abrangente socialmente; isto é, garantindo àqueles edifícios uma utilização que possibilite a sua frequência sem quaisquer constrangimentos por parte de toda a população".
Entre os 32 subscritores do documento estão o ex-presidente da câmara e atual vereador Rui Barreiro, os vereadores e ex-vereadores André Lopes, Carlos Rodrigues, Celso Braz, Dúnia Palma e José Marcelino, empresários como António Jaime Carvalho (Autogirar) e José Manuel Roque (Roques), a ex-presidente do Instituto Politécnico de Santarém, Maria de Lurdes Asseiro, os historiadores Maria Emília Vaz Pacheco e Jorge Custódio, e o ex-eurodeputado Pedro Passos Canavarro, entre outros.

SANTARÉM TEM DE ESTAR ACIMA DOS CLUBISMOS
Contactado pela Rede Regional, o presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, conhecido adepto do Sporting, diz que consegue colocar o concelho "acima de clubismos" e não duvida que este investimento, que vai criar mais de duas dezenas de postos de trabalho, será bom para a cidade.
"Santarém está a crescer social e economicamente e é cada vez mais o motor desta região. Temos cada vez mais projectos diferenciadores e a nova Casa do Sport Lisboa e Benfica é um deles", afirma Ricardo Gonçalves.
O autarca não confirma mas a Rede Regional sabe que o processo se atrasou devido a denúncias efectuadas à Direção Geral do Património Cultural sobre a arquitetura do projecto e que as obras, que já deveriam estar em andamento, ainda aguardam parecer desta entidade.

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Comentários   

+2 #3 Mario Matos 24-05-2019 11:04
[32 "velhos do Restelo" a perpetuar a tristeza de santarém continuar a ser a Capital de distrito mais atrasada do país... pois nem sequer acredito que os interesses clubísticos tenham força para legitimar esta decisão. quo vadis santarem... acordem scalabitanos
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+5 #2 João Veloso 22-05-2019 18:04
32 subscritores!!! Certamente uma significativa percentagem da população de Santarém.
Ou seja, 32 pessoas que preferem ver Santarém a tornar-se cada vez mais um deserto, a afastar cada vez mais as pessoas do seu centro.
Enfim... estão verdes, pode ser que amadureçam, e ponham os interesses da cidade acima da clubite. Tal como o puseram quando a C-M- Santarém cedeu gratuitamente espaço para a sede da casa do Sporting em Santarém, "não me consta que tenham subscrito qualquer manifesto alertando para se estar a dividir e condicionar a sua frequência daquela zona por parte da população do concelho".
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+5 #1 Evandro Lopes 22-05-2019 10:56
De facto nada como destilar ódio ao Benfica usando, como argumento, um jardim moribundo, como moribunda está a cidade. Juntem-se por valores e de preferência para algo que arrebite a moribunda cidade de Santarém.
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