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O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) acusa a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) de ter tentando impedir a realização de um plenário de trabalhadores nas instalações do Centro de Deficientes Profundos João Paulo II, em Fátima, na manhã do passado sábado.

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Segundo um comunicado de imprensa do CESP, a delegação sindical, onde estava também Arménio Carlos, o secretário-geral da CGTP-IN, foi barrada “por meia dúzia de seguranças que se faziam acompanhar por um quadro da UMP”.
O plenário sindical estava agendado para as 10 horas, em simultâneo com a realização da Assembleia Geral da UMP, a assembleia magna onde têm assento todos os provedores de instituições ligadas às misericórdias portuguesas.
“Apesar da tentativa de impedimento da realização do plenário, a persistência dos dirigentes sindicais levou a que o plenário acabasse por se realizar tal como previsto”, adianta ainda o mesmo comunicado do CESP, que acrescenta ainda que, face ao sucedido, “uma delegação composta pelos dirigentes sindicais no plenário e pelas delegadas sindicais da instituição foi recebida pelo Presidente do Secretariado Executivo e pelo Presidente da Assembleia Geral, a quem entregaram uma resolução aprovada no plenário”.
As trabalhadoras do Centro João Paulo II reivindicam salários acima do salário mínimo, o cumprimento do horário de 37 horas para todas as trabalhadoras, melhores condições de trabalho e o pagamento do trabalho suplementar com acréscimo de 100% em dia feriado ou de descanso, adianta o sindicato.

 



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