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Tendo em conta a intenção da Câmara de Rio Maior em adquirir dois imóveis devolutos na zona antiga “com o objectivo da sua demolição”, a Associação para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico (EICEL 1920) alerta para “a necessidade de se evitar um novo acto de descaracterização da imagem urbana” da cidade.

Em causa, segundo um comunicado desta associação, estão dois prédios existentes na Rua Mouzinho de Albuquerque, em relação aos quais a autarquia já chegou a acordo com os proprietários para a sua aquisição.

Segundo a EICEL 1920, que se baseia nas informações prestadas pelo executivo municipal em reuniões de Câmara e Assembleias Municipais, a autarquia pretende demoli-los com o intuito de “ resolver o estrangulamento do trânsito na curva antes do prédio da Corfig, no âmbito das obras de requalificação”.

Os defensores do património querem a todo o custo evitar a destruição dos dois prédios situados a poucos metros da Casa Senhorial d’el Rei D. Miguel, considerando que os mesmos têm valor histórico, patrimonial e arquitectónico, a exemplo dos edifícios que a Câmara já demoliu na Praça do Comércio, o que contribuiu para a sua “lamentável descaracterização”.

O património é constituído “não só pelos nossos monumentos mais importantes, mas também pelos conjuntos de construções mais modestas das cidades antigas e aldeias tradicionais”, segundo se lê no comunicado da EICEL 1920, onde a direcção desta associação considera “que a zona antiga de Rio Maior se insere num conceito de conjuntos edificados que, mesmo na ausência de edifícios excepcionais, podem apresentar uma especial atmosfera que os qualifica como obras de arte, diversificadas e articuladas”.



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