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A Fundação Docomomo Ibérico enviou uma carta à Câmara Municipal de Rio Maior onde se mostra preocupada “perante o estado em que se encontra o conjunto edificado composto pela antiga fábrica de briquetes e plano inclinado de extracção da Mina do Espadanal”.

No documento, esta organização internacional criada na Holanda em 1989 com o objectivo de inventariar, proteger e divulgar o património arquitectónico do movimento moderno, lamenta ainda a “ausência de reconhecimento legal do seu valor patrimonial”,que foi inclusivamente defendido num parecer do antigo Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), emitido a 5 de Julho de 2006.

Segundo o parecer da fundação, o complexo mineiro do Espadanal “constitui um conjunto de grande interesse arquitectónico”, pelo que solicita às autoridades que “iniciem, com a maior urgência, os procedimentos necessários para a sua classificação e conservação”.

A Docomomo Ibérico recorda ainda que “a qualidade arquitectónica desta obra, edificada entre 1951 e 1955, foi reconhecida pela Ordem dos Arquitectos ao incluí-la noInquérito à Arquitectura em Portugal no Século XX (IAPXX), realizado em 2006”.

A carta do ramo ibérico da fundação, com sede em Barcelona, à autarquia de Rio Maior foi enviada também para Associação Para a Defesa do Património Mineiro, Industrial e Arquitectónico (EICEL 1920) de Rio Maior, que se tem batido pela salvaguarda e classificação do património mineiro no concelho.



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