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Foto Arquivo / ilustrativa“No Ribatejo, Freguesias Sim!” é o nome recém-criado movimento unitário que promete lutar contra a proposta de reorganização administrativa apresentada pelo governo, e que já marcou uma primeira reunião geral de eleitos em defesa das freguesias do distrito para sexta-feira, 23 de Março, às 20,30h, na Associação Cultural e Recreativa de Vale de Estacas, em Santarém.

O movimento partiu de um grupo de presidentes de Junta de Freguesia da CDU, no final da semana passada, mas já conquistou a adesão de outros autarcas locais eleitos por outros partidos, que já manifestaram o seu apoio ao manifesto do “No Ribatejo, Freguesias Sim!”.

O documento tem como primeiros subscritores os presidentes das Juntas de Asseiceira, Malaqueijo, Assentiz, Marmeleira, Fráguas, Azambujeira e Arrouquelas (todas no concelho de Rio Maior), Paialvo (Tomar), Benavente (concelho de Benavente), Couço (Coruche), Gançaria (Santarém), e Nossa Senhora de Fátima (Entroncamento), mas entretanto já se juntaram mais cinco eleitos do concelho de Santarém: Vale de Figueira, Pombalinho, Vaqueiros, Ribeira de Santarém e Moçarria.

Segundo o manifesto que dá corpo a este movimento, os signatários rejeitam a Proposta de Lei nº44/XII, que “se propõe agregar freguesias com carácter obrigatório e sob chantagem”, e dizem-se dispostos a “lutar contra o autismo e prepotência do governo quanto à aplicação da reforma administrativa”, exigindo que “as freguesias sejam ouvidas e a sua opinião seja tida em conta”.

Os subscritores adiantam ainda que “os argumentos usados na lei para a justificar são um embuste”, uma vez que “esta estratégia resultará em mais abandono, menos investimento local, menos coesão social e territorial para quem menos tem e menos pode”.

Da “proclamada melhoria da prestação dos serviços públicos, resultarão centenas de novos territórios, muitos deles distantes dezenas de quilómetros da sede das novas freguesias, sem quaisquer espaços de proximidade com capacidade para dar uma resposta mínima que seja, ao conjunto de solicitações e necessidades dos fregueses”, explicam ainda os subscritores, para quem “uma reforma administrativa do poder local tem obrigatoriamente que começar por ouvir as populações e os seus representantes, democraticamente eleitos, e não tratando-os como portugueses de segunda categoria, sem direito a opinião”.

Os responsáveis do movimento irão também participar na manifestação nacional de cariz cultural e etnográfica quer está marcada para 31 de Março, no parque Eduardo VII, em Lisboa, onde deverão estar representantes de boa parte das 4529 freguesias do país.



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