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A Assembleia Municipal do Entroncamento quer a que a Câmara da cidade ferroviária, de maioria PSD, tome uma posição firme contra o aumento dos preços dos transportes, em particular das assinaturas do comboio.

Esta decisão saiu da última sessão deste órgão, realizada na segunda-feira, 27 de Fevereiro, em que o Bloco de Esquerda apresentou uma moção que considera estes aumentos, que entraram em vigor no passado dia 1, “de uma grande injustiça e extraordinariamente penalizadores para os cidadãos, especialmente os que se encontram numa posição de maior fragilidade”.

Carlos Matias, vereador do BE na Câmara do Entroncamento, sublinhou à Rede Regional que a moção foi aprovada por unanimidade.

Segundo os subscritores, o último aumento de 4% ultrapassa em muito a inflação, até tendo em conta que “em Agosto do ano passado já haviam sofrido um aumento de 15%”. “Uma assinatura de comboio entre o Entroncamento e Lisboa já custa actualmente 209,05 euros, quando em Julho do ano passado custava 174,90 euros”, explica o documento, acrescentando que “o aumento é de cerca de 109% nos últimos nove anos, mais de 12% ao ano”.

Os transportes colectivos “hoje sofrem dos maiores ataques de que há memória, fruto dos preços praticados e do empobrecimento da oferta para os utilizadores”, salienta a moção bloquista, especificando que, no Entroncamento, a situação é particularmente preocupante a nível do uso do comboio, que transporta ainda diariamente centenas de trabalhadores.

 “A política utilizada pela CP é profundamente injusta e absurda, sendo extremamente penalizadora para os cidadãos e em nada contribuindo para o incentivo à utilização dos transportes colectivos”, afirma o documento, atestando que a “Assembleia Municipal não pode assistir em silêncio a esta situação que contribui para o empobrecimento dos seus munícipes, para a perda de habitantes e distanciamento em relação à capital”.

O documento vai agora ser enviado a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República, ao Ministério dos Transportes, a todas as autarquias da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) e à Administração da CP.



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