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Sociedade

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Após convite do Instituto da Segurança Social, a Câmara da Chamusca aprovou a adesão ao programa de “Contratos Locais de Desenvolvimento Social” (CLDS-4G), mais concretamente com o desenvolvimento de um projeto no âmbito do Eixo 3, “Promoção do Envelhecimento Ativo e Apoio à População Idosa”.

Uma vez que a candidatura exigia que o município designe uma IPSS do concelho, a escolha recaiu na Santa Casa da Misericórdia da Chamusca, por ser a instituição mais antiga no terreno e aquela que tem mais valências e respostas sociais, casos de lar para a terceira idade, creche e unidade de cuidados continuados.

A globalidade das ações sociais a desenvolver representa um investimento que ronda os 382.800 euros, num “projeto para ser aplicado em todo o território concelhio”, explica uma nota de imprensa da Câmara da Chamusca.

A adesão ao CLDS 4G “permite dar continuidade a projetos já desenvolvidos pelo município no âmbito do apoio e da promoção do envelhecimento ativo”, assim como “alargar a atuação a mais população vulnerável, como as famílias carenciadas com crianças a cargo”, acrescenta a mesma nota.

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O Regimento de Infantaria Nº15 (RI15), através do 1.º Batalhão de Infantaria Paraquedista, vai conduzir a atividade de treino operacional “Exercício ZEUS 191” entre os dias 18 e 22 de fevereiro, na região da Barquinha.

As atividades, segundo uma nota de imprensa do município, vão decorrer no Cais da Hidráulica (junto ao Parque Ribeirinho) e no Polígono Militar de Tancos, com execução de saltos em paraquedas, travessia do rio Tejo com recurso a botes, vários movimentos com viaturas táticas, pessoal militar apeado, armado e equipado.

Em comunicado, a Câmara da Barquinha adianta que “as forças participantes irão realizar as respetivas missões em horário diurno e noturno, cujo ruído poderá causar algum transtorno às populações, nas áreas de operações”.

Do treino operacional fazem parte também sessões de tiro reais nas Carreiras de Tiro do Polígono Militar de Tancos.

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O homem que deu origem ao fogo que provocou 21 desalojados no prédio na Avenida Alexandre Herculano (Calçada do Monte), em Santarém, vai aguardar julgamento em prisão preventiva.

O arguido, de 30 anos, entregou-se voluntariamente na quinta-feira à noite na esquadra da PSP da Santarém, onde confessou o crime, e foi presente a um juiz de instrução criminal do tribunal da cidade na tarde desta sexta-feira, 15 de fevereiro.

Trata-se de um ex-inquilino, de nacionalidade estrangeira, que terá agido devido a um conflito com o proprietário do imóvel, de onde tinha sido saído há poucos dias.

Segundo a Rede Regional conseguiu apurar, o homem devia vários meses de renda, mas exigia que o senhorio, João Rodrigues, retirasse a ação judicial de despejo que tinha interposto.

Na madrugada de quarta-feira, regressou ao apartamento e rebentou a fechadura que o proprietário entretanto tinha trocado.

No interior, terá usado peças de roupa e álcool para dar origem às chamas que, graças à rápida intervenção dos Bombeiros Municipais de Santarém, ficaram apenas confinadas à sua fração no 2º andar.

O intenso fumo que se espalhou pelo imóvel e o facto do prédio ser antigo e feito em tabique e madeira obrigou ao realojamento temporário dos restantes 21 inquilinos, que passaram a noite em quartos alugados e numa pensão.

No imóvel, residem o proprietário, uma mulher solteira, dois casais com filhos menores e 10 trabalhadores do leste asiático, que não perderam nenhum dos seus bens pessoais, e que entretanto já regressaram às suas casas.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves