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Um padre de Abrantes está alegadamente a ser investigado pelo Ministério Público (MP) por suspeita de manter utentes “fantasma” na instituição de reabilitação de toxicodependentes e alcoólicos que dirige, denominada de Projeto Homem.

A notícia é avançada pelo semanário Sol, que refere que o MP terá recebido duas denúncias de fraude à Segurança Social, alegadamente cometidas pela instituição dirigida pelo cónegoo José Graça.

Segundo as denúncias, o padre burlou o Estado ao receber indevidamente verbas relativas a dezenas de utentes que já abandonaram o tratamento e, nalguns casos, até já morreram.

Em declarações à Agência Lusa, o religioso negou a veracidade das acusações, que assegura só conhecer pela comunicação social, e acrescentou que as acusações devem ser “de alguém ressabiado ou por um qualquer ajuste de contas”.

À mesma fonte, José Graça diz que não é ele que faz a listagem dos utentes que recebem os apoios do Estado, mas reafirma não ter conhecimento da prática consciente e deliberada de qualquer erro ou ilegalidade. “Eu não seria capaz de uma coisa dessas e, a existir algum erro, estou em crer que não foi um ato consciente e deliberado. E se alguém falhou, eu, na qualidade de presidente da instituição, cá estarei para o assumir", afirmou.

Opinião contrária têm os dois autores das participações que, segundo a Agência Lusa, solicitaram o anonimato por temerem "represálias". Um deles fala mesmo em doze fraudes alegadamente cometidas pela gestão do padre ao longo dos anos, afirmando ter provas de que “dezenas de utentes fantasma foram mantidos durante meses nas listas nominativas como se continuassem em tratamento, continuando a receber dinheiro do Estado por camas não ocupadas”.



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