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A associação “Mais Santarém-Intervenção Cívica” considera que a anunciada ocupação dos edifícios municipais e parte do espaço do Jardim da Liberdade pelo Sport Lisboa e Benfica é “atentatória dos interesses da cidade e dos munícipes” e promete “lutar por todos os meios, incluindo os legais, para que esse projeto não vá avante”.

Em comunicado entregue à porta da última reunião da Assembleia Municipal de Santarém, a associação explica que a decisão saiu de uma reunião a 13 de fevereiro do seu conselho consultivo, descrito como senso “composto por vinte e três personalidades de Santarém, todas de reconhecida idoneidade e conhecedoras profundas da cidade e do concelho”.

Entre as razões apontadas para a não aceitação da cedência do espaço ao Benfica estão o facto de ir ocupar “um espaço dos mais nobres e centrais da cidade”, e de “um espaço destinado ao desfrute lúdico e de convivência de todos os scalabitanos não pode ser cedido a um clube nacional e respetivo emblema, necessariamente gerador de rivalidades e de emoções tribais, condicionando a sua utilização, e promovendo antagonismos e desconforto de munícipes simpatizantes de outros clubes, que se inibirão de frequentar este espaço público”.

A Mais Santarém defende ainda que aqueles edifícios, “sendo municipais, podem ser ocupados por outras valências. Por exemplo: passar a biblioteca e sala de leitura Bernardo Santareno para esse local, fazendo as necessárias adaptações”.



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