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Saúde

hospitalizacao domiciliaria

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que junta as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, iniciou esta quarta-feira, 19 de dezembro, o programa de Hospitalização Domiciliária que vai permitir aos doentes receber em suas casas a prestação de cuidados de que necessitam.

O programa, que arrancou com um doente da cidade de Abrantes e com uma doente de Belver, é assegurado por uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde, liderada por médicos de Medicina Interna, apresenta-se como uma alternativa ao internamento hospitalar convencional, proporcionando assistência contínua e coordenada aos cidadãos que cumpram um conjunto de critérios clínicos, sociais e geográficos que permitem a sua hospitalização no domicílio.

O presidente do Conselho de Administração do CHMT, EPE, Carlos Andrade Costa, explica que este programa representa “uma nova fase de prestação de cuidados de saúde cada vez mais humanizados, no sentido em que os doentes poderão ser assistidos nos seus domicílios, procurando e assim que o episódio de internamento domiciliário, que se efetiva dentro da casa do próprio doente, implique o menos possível com a sua dinâmica familiar e com o seu conforto”.

A Hospitalização Domiciliária responde a critérios clínicos muito específicos que visam salvaguardar quer a segurança clínica do doente, quer a segurança assistencial dos profissionais de saúde.

doutores palhacos1

O documentário “Doutores Palhaços”, que reúne testemunhos de alguns dos palhaços e inclui depoimentos dos profissionais de saúde e dos familiares das crianças internadas, vai ter duas edições especiais esta terça-feira, 18 de dezembro, nos cinemas Castello Lopes do centro comercial W Shopping, em Santarém.

As sessões, marcadas para as 18h00 e as 21h00, contarão com a presença do realizador Bernardo Lopes e de Carlota Mascarenhas, coordenadora de angariação de fundos da Operação Nariz Vermelho, responsável pelos Doutores Palhaços, que visitam regularmente as secções de pediatria de quinze hospitais nacionais na tentativa de avivar a esperança e aliviar a dor aos pacientes, familiares e corpo clínico dos hospitais.

Este documentário acompanha as equipas presentes em 5 desses 15 hospitais abrangidos pelas visitas da Operação Nariz Vermelho: o IPO de Lisboa, Hospital D. Estefânia, Hospital Amadora-Sintra, Hospital Pediátrico de Coimbra e Centro Materno Infantil do Norte.

As receitas revertem a favor da Operação Nariz Vermelho.

O presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, Hélder Esménio, reivindica o aumento do número de médicos de família nos centros de saúde do concelho e a continuidade da definição de Salvaterra de Magos como concelho prioritário “para o tornar atrativo para novos médicos em face da melhoria das suas condições remuneratórias”.

O autarca reuniu esta semana com a Ministra da Saúde, Marta Temido, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, e o Presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Luís Pisco, tendo solicitado mais uma vez a reabertura das extensões de saúde de Muge e do Granho e que, enquanto tal não suceda, pudesse ser encarada a hipótese de os médicos contratados pela Câmara Municipal para os consultórios municipais dessas duas localidades poderem passar exames complementares de diagnóstico.

Hélder Esménio solicitou ainda a cooperação da ARSLVT no processo de convencimento dos médicos de saúde familiar a constituírem uma USF – Unidade de Saúde Familiar no concelho e a necessidade de a tutela encarar a construção de um novo edifício para a extensão de saúde de Marinhais, “ficando o Município disponível para ofertar o terreno para a sua implantação”.

Segundo o autarca, “a ARSLVT ficou de estudar a possibilidade de apresentar candidatura aos fundos comunitários para o efeito”. Quanto às projetadas obras de requalificação do centro de saúde de Salvaterra de Magos, orçadas em quase 80 mil euros, a informação é que, “em princípio, vão poder iniciar-se com o Orçamento de Estado de 2019”, concluiu o autarca.

Num balanço às negociações, Hélder Esménio considera que tem valido a pena o trabalho que tem sido feito pelo município junto das várias instituições, tendo o concelho passado “de uma situação em que tínhamos 60% dos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) sem médico de família para 25% e mesmo estes contam agora com médicos contratados pelo SNS”.

“Vamos, por isso, continuar a insistir na vinda de mais médicos de família para o concelho”, rematou.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves