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O Primeiro-Ministro acredita que com melhores condições no Hospital Distrital de Santarém os recursos humanos, nomeadamente os médicos, irão mais facilmente ocupar as vagas disponibilizadas, terminando com os lugares criados para algumas especialidades e que não são preenchidos por falta de candidatos.

Durante a visita desta quarta-feira, 13 de março, ao HDS, onde visitou as obras do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação e dos blocos operatórios e de partos, António Costa defendeu que as obras e a contratação de recursos humanos têm de ser desenvolvidas de forma conjugada.

"Se temos mais salas de blocos operatórios, precisamos de mais pessoal para que todas as salas funcionem. As paredes são essenciais mas não nos operam. Para isso são necessários os cirurgiões, os anestesistas, os enfermeiros especialistas, todos os recursos humanos necessários", afirmou o governante.

Para o Governo, "a expectativa que existe é que melhorando as condições de trabalho, e com a diferenciação do serviço que vai ser possível realizar", haja melhores "condições para atrair e fixar os médicos para podermos ter os hospital a funcionar na sua plenitude".

"Se gastarmos tudo na contratação de pessoal ou tudo em obras não dá", concluiu António Costa, reforçando o esforço feito para melhorar também "as condições de carreira e as condições de trabalho de cada um dos profissionais".

FALTA DE FUNDOS PRÓPRIOS ESTÁ RESOLVIDA

hds-costa-ricardo-pedroQuestionado pela Rede Regional, o Primeiro-Ministro garantiu que o problema com os capitais próprios negativos do Hospital de Santarém estão resolvidos, o que permitiu não só resolver as questões levantadas pelo Tribunal de Contas relativamente às obras dos blocos, que estiveram largos meses sem poder avançar por essa razão, como permitirá no futuro lançar novos concursos.

"A prova que está resolvido é que o Tribunal de Contas deu o visto que não tinha dado anteriormente por falta de fundos próprios. Agora está resolvido e as condições de financiamento estão estabilizadas e vão seguir em frente", disse António Costa.

Utilizando uma frase que diz ter ouvido a alguém que se cruzou com ele durante a visita, o governante diz que "para pior já bastou" e que agora o importante é continuar a recuperar "de modo sustentado, para que não haja retrocesso e pelo contrário haja progresso".

No entanto, em resposta às queixas dos presidentes da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves (PSD), e da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, Pedro Ribeiro (PS), bem como da presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital de Santarém, Ana Infante, António Costa não deixou de admitir que a Lei dos Compromissos e dos Pagamento em Atraso tem de ser revista no início da próxima legislatura, referindo também a necessidade de aperfeiçoamento das regras do Tribunal de Contas.

 

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