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Saúde

teleconsulta

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) iniciou esta semana a teleconsulta de Nefrologia que, através de protocolo estabelecido com o ACES Lezíria, permite que os utentes tenham acesso a consultas da especialidade de Nefrologia no Centro de Saúde.

A primeira consulta foi realizada esta segunda-feira, 18 de fevereiro, a um doente do concelho do Cartaxo, que através de uma ligação vídeo teve acesso à consulta da especialidade em Nefrologia, com Ana Vila Lobos, diretora do Serviço de Nefrologia do CHMT.

Os objetivos principais desta teleconsulta passam por evitar a deslocação do utente ao hospital, através de meios informáticos, permitindo uma consulta de proximidade e em tempo real, proporcionando uma melhoria na qualidade de vida e na prestação de cuidados de saúde ao utente, entre outros.

Ana Vila Lobos admite que a implementação da telenefrologia foi um processo longo e moroso, que esbarrou com diferentes obstáculos mas que com perseverança e resiliência foi possível ultrapassar.

“Foram várias as partes envolvidas no CHMT, na ACES Lezíria e na ARSLVT”, afirmou a diretora do Serviço de Nefrologia, que acredita que este projeto piloto pode ser “replicado a outras especialidades visto muito caminho já ter sido desbravado”.

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Um grupo de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Torres Novas aproveitou o Dia Mundial do Doente, que se assinala a 11 de fevereiro, para visitar o hospital da cidade, levando consigo uma cesta de corações para deixarem às crianças internadas e na consulta do Serviço de Pediatria

Com idades até aos 96, foi com muita alegria que passaram pela Unidade Hospitalar de Torres Novas, para uma tarde diferente de partilha de experiências.

A visita terminou com um chá oferecido pela Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas.

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Os dados são da Associação Nacional de Farmácias (ANF) e colocam o distrito de Santarém como um dos quatro do país onde mais de 30% das farmácias estão em risco de encerrar por enfrentarem processos de penhora ou insolvência.

Ao todo, segundo a ANF, há 45 farmácias em risco no distrito de Santarém, praticamente um terço do total.

Em termos nacionais, são 679 as farmácias em risco, com processos de penhora e insolvência, que representam quase 25% da rede de mais de 2.900 farmácias.

Este cenário bastante complicado levou a Associação Nacional de Farmácias a lançar há menos de duas semanas uma petição pública que defende um programa legislativo dirigido ao setor farmacêutico, de forma a evitar o fecho de farmácias em situação mais frágil e para pedir igualdade no acesso de todos os portugueses aos medicamentos.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves