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António Gameiro, presidente da comissão política distrital da Federação de Santarém do PS, aproveitou a última reunião deste órgão, realizada em Samora Correia, para dizer que as reivindicações dos enfermeiros e dos professores são de “difícil compreensão” para os portugueses.

Sobre os enfermeiros, “trata-se de reivindicar um ordenado base no início da carreira que ultrapassa em muito o ordenado base de muitos professores com mais de 20 anos de carreira, só para dar um exemplo muito direto”, disse o deputado, citado por uma nota de imprensa da própria Federação do PS.

“Não se percebe que esta reivindicação esteja na base de uma greve que está a perturbar tanto, e numa área tão séria e fundamental, a vida dos cidadãos”, acrescentou Gameiro, que também deixou algumas palavras criticas à luta dos professores.

Os professores “exigem uma resposta no valor de 800 milhões de euros que, neste momento, não existem”, considerou o líder socialista, que, nesta reunião, também elogiou a concretização efetiva do processo de descentralização de competências, e lançou o tema das eleições europeias com um balanço do governo PS no plano interno.

António Gameiro, segundo a mesma nota, sublinhou que “o quadro macro-económico desenhado em 2015 tem vindo a ser cumprido à risca” e que “o Governo tem alcançado resultados que devem orgulhar-nos a todos”.

A presidente da CPD, Maria do Céu Albuquerque, colocou a tónica na necessidade de, “com base nos resultados alcançados, promover a mobilização de todos para a participação no debate das europeias, que tem de estar centrado em causas fortalecedoras de uma sociedade mais coesa e do papel de Portugal”.

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A Assembleia da União de Freguesias de São Vicente do Paul e Vale de Figueira realizou uma sessão extraordinária onde rejeitou, por unanimidade a “Proposta de Descentralização de Competências - Estruturas de Atendimento ao Cidadão”.

A proposta foi rejeitada por falta de meios técnicos e físicos, segundo explicou a presidente deste órgão, Susana Veiga Branco, para quem “a proximidade com a população é fundamental, mas o trabalho tem de ser obviamente de qualidade. Esta descentralização para atendimento ao cidadão requer de formação especializada, de técnicos disponíveis e de local apropriado".

O presidente Ricardo Costa explicou aos presentes que a União de Freguesias não dispõe de verba nem funcionários suficientes.

“Não basta deslocalizar um trabalho para os outros, é preciso dar-lhes condições. Só temos uma funcionária em cada junta e não nos deixam contratar mais. Sempre que uma funcionária precisa de faltar ou está de baixa, ficamos incapacitados. Dar-lhes mais este trabalho seria impossível. Teríamos de contratar mais e de ter espaço só para esse atendimento”, afirmou o autarca, que, no entanto, deixou a porta aberta à à proposta de descentralização de competências, caso a União de Freguesias consiga criar as condições necessárias.

As obras de requalificação e alteração do Mercado Municipal de Santarém vão ser realizadas pela empresa, Habitâmega Construções, SA, com sede em Amarante, no distrito do Porto, por um valor a rondar os dois milhões de euros (1.949.340,00 €).

A proposta de adjudicação foi aprovada na reunião desta segunda-feira, 4 de fevereiro, com um prazo de execução de 12 meses, mas para que a mesma avance é necessário ainda parecer positivo do Tribunal de Contas (TdC).

Aquando da aprovação das obras, a 31 de agosto de 2018, na altura com um preço base contratual de 1.843.584.15 euros (mais IVA), estava previsto que as obras se iniciassem em abril deste ano, um prazo agora dependente apenas da decisão do TdC.

“Queremos que seja um espaço de referência nacional”, referiu na altura o presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, revelando que o projeto já foi apresentado a todos os comerciantes que atualmente têm espaços no mercado e que todos estão dispostos a regressar após as obras.

MAIS DE 60 ESPAÇOS COMERCIAIS NUM EDIFÍCIO MODERNO E FUNCIONAL

As obras de requalificação do mercado municipal, uma obra do arquiteto Cassiano Branco, construída em 1928, incluem a recuperação integral do espaço com o objetivo de reparar todos os danos estruturais existentes, criando uma área muito mais moderna e funcional, destinada a ser vivida diariamente.

O centro do futuro mercado será uma área em forma de cruz, com 36 bancas destinadas ao mercado diário, que terão em seu redor 4 praças, uma delas destinada a instalar o posto de turismo e as outras destinadas a restauração.

Os espaços exteriores (lojas), também serão recuperados, ficando 29 deles destinados a atividades que vão do artesanato a geladaria, passando por florista, vinhos e loja de conveniência, entre outros.

Quando se iniciarem as obras, e durante o prazo de um ano que as mesmas deverão demorar, os atuais comerciantes que têm espaços no mercado municipal irão ficar instalados, provisoriamente, no antigo Pavilhão do Artesanato, situado no Campo Infante da Câmara (antigo campo da feira).

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves