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“Voz à igualdade – Desafios e Oportunidades no Interior” é o nome do fórum que as Mulheres Socialistas de Santarém vão realizar no centro cultural de Vila Nova da Barquinha, no próximo dia 19 de janeiro, durante todo o sábado.

“Trabalho, Segurança Social, Formação ao Longo da Vida, Mobilidade e Ordenamento do Território, Smart cities e Sociedade Digital” são os temas em debate neste primeiro fórum, segundo um press release da organização, que acrescenta que a iniciativa contará com a presença de dois membros do governo, Cláudia Joaquim, a secretária de Estado da Segurança Social, e João Costa, secretário de Estado da Educação, nos painéis da manhã.

O fórum conta ainda com as intervenções dos deputados Hugo Costa, Carla Tavares e Susana Amador, de vários autarcas e de técnicos de diversas áreas e especialistas ligados à academia, como Paula Teles, engenheira do planeamento do território, Palmira Silva, professora do Instituto Superior Técnico, e Margarida Queiroz, geógrafa e coordenadora do projecto “GenMob”, entre outros.

“Sabemos que o interior tem hoje grandes desafios. Por isso, podemos e devemos fazer a discussão também numa perspetiva de igualdade de oportunidades para todos neste território, e simultaneamente perspetivarmos os desafios ao nível do trabalho, formação, mobilidade e ordenamento do território, bem como pensamos a igualdade na era da sociedade digital”, salienta Mara Lagriminha, a presidente das Mulheres Socialistas de Santarém.

projeto tejo

Os deputados do CDS-PP Patrícia Fonseca (eleita por Santarém), Ilda Araújo Novo e Hélder Amaral, querem que o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural (MAFDR) explique porque ficou o Projeto Tejo, que pretende criar uma espécie de barragem do Alqueva na bacia hidrográfica do Rio Tejo, fora do Plano Nacional de Investimentos (PNI) 2030.

Numa missiva dirigida a Capoulas Santos, os deputados questionam o que significa a expressão de que apenas existe “uma ideia visionária” de um projeto, qual o ponto da situação do estudo de viabilidade do Projeto Tejo e quando se prevê que esteja concluído.

Querem igualmente saber qual o motivo para não estar prevista qualquer verba para, pelo menos, uma fase inicial do projeto e, finalmente, questionam ainda qual a possibilidade de, se se vier a verificar a viabilidade técnico-económica do Projeto, ele vir a ser incluído no PNI2030 numa fase posterior.

Recorde-se que em sede de debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2019, em resposta a uma questão colocada pelo CDS-PP sobre o Projeto Tejo, o ministro afirmou ter solicitado um estudo sobre a viabilidade do mesmo, cujo custo seria de cerca de meio milhão de euros, e ainda que “foi dada orientação ao Ministério para avaliar todas as questões principais, designadamente a existência de água, a disponibilidade de água e as áreas potenciais a beneficiar”.

alcanenaprojop

A Câmara de Alcanena vai investir cerca de 18 mil euros, acrescidos de IVA, na requalificação da Lagoa de Monsanto e área envolvente, o projeto vencedor do “orçamento participativo jovem 2018”, proposto por André Cadete Ferreira.

Depois da assinatura do auto de consignação com a firma Francisco Avelino Branco & Filhos, Lda., a empreitada arrancou na segunda-feira, 14 de janeiro, e tem um prazo de execução de 60 dias

Segundo uma nota de imprensa da autarquia, as obras incluem “a requalificação do fundo da lagoa através de barro e naturalização das suas margens com lajes de pedra, colocação de plantas aquáticas, reparação de mesas em pedra e muros existentes, colocação de mais três mesas com bancos em madeira, construção de passadiços em calçada, fornecimento e montagem de vedação em madeira, iluminação”, entre outros trabalhos.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves