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Os município de Almeirim e Rio Maior rejeitaram, para já, a transferência da maioria das novas competências da administração central que o Governo quer descentralizar.

No caso de Almeirim, a câmara municipal apenas aceita, para já, competências nas áreas dos jogos e dos edifícios públicos sem utilização, rejeitando todas as outras.

O presidente da autarquia, Pedro Ribeiro, admite aceitar as restantes competências, embora defenda que algumas delas devem ser colocadas num âmbito intermunicipal, como é o caso das multas, com a receita a ser canalizada para segurança rodoviária.

Por outro lado, o autarca defende uma maior clarificação em termos das compensações financeiras, lembrando o que se tem passado na educação, em que, numa década, as populações ficaram melhor servidas, mas as finanças da câmara municipal perderam, porque as câmaras fazem coisas que o ministério não faria.

Em Rio Maior, a Assembleia Municipal aprovou a rejeição de novas competências da administração central para o município, aceitando apenas que fiquem na comunidade intermunicipal a gestão de fundos europeus e captação de investimento e a promoção turística.

Também aqui ficou aberta a porta a uma alteração futura desta decisão, tudo dependendo da clarificação do processo e das obrigações e meios financeiros a transferir.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves