chamusca-celia-barrocaurbanidade

Economia

nersantturquiaestudo

O vinho é o produto português mais exportado para a Turquia, segundo um estudo da Nersant no âmbito do projeto “Export Intelligence”, que visa potenciar e promover a internacionalização do tecido empresarial da região.

O estudo, que pretende apoiar e incentivar as exportações para este mercado, divulga as áreas de negócio mais exportadas por Portugal para a Turquia, onde, no topo da tabela, surge o vinho, com 14,5%, logo seguido de calçado (8,3%) e pneumáticos novos de borracha (5%).

A associação empresarial explica ainda que as exportações portuguesas para aquele mercado têm vindo a aumentar.

“As exportações portuguesas de bens para a Turquia registaram uma taxa média de crescimento anual, entre 2012 e 2016, de 4,9%. Também o número de empresas portuguesas exportadoras para a Turquia tem vindo a aumentar, verificando-se um acréscimo de cerca de 25%, no mesmo período de tempo”, verifica o documento.

“A Turquia é o 3.º país mais populoso da Europa com uma localização geográfica estratégica no mundo global, ligando o Ocidente e o Oriente”, aponta este trabalho, que acrescenta que “em termos do relacionamento económico bilateral, a Turquia ocupou a 17ª posição no ranking de clientes das exportações portuguesas em 2016, situando-se no 16º lugar enquanto fornecedor”.

Estas e muitas outras informações, como a caracterização socioeconómica, política e fiscal do mercado, os procedimentos para a exportação necessários a quem pretende colocar os seus produtos ou serviços naquele país, a documentação necessária ao processo de exportação, os regimes aduaneiros, proibições e procedimentos especiais, as mercadorias com regime especial, certificações e vistorias necessárias, requisitos de embalagem e rotulagem, principais custos associados às exportações e regime pautal, estão integralmente descritas no estudo, disponível no portal www.exportribatejo.pt.

coruchelaverdeinstalacoes

O secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, é o convidado de honra da inauguração de duas novas unidades industriais do Grupo Laverde na zona industrial do Monte da Barca, em Coruche, no próximo dia 11 de fevereiro.

A cerimónia começa às 10 horas, com a inauguração da unidade “Segredos do Campo”, no lote 41A da zona industrial, seguindo depois a comitiva para a Laverde, onde se realizará uma visita guiada às instalações, antes das intervenções dos responsáveis da empresa, do secretário de Estado e do presidente da Câmara de Coruche.

Segundo o autarca, Francisco Oliveira, “as instalações que vão ser inauguradas são um bom exemplo daquilo que é necessário continuar a fazer na economia nacional, com um forte investimento em novas áreas de exportação, onde as PME especializadas podem ter um enquadramento importante para esse desiderato”.

As instalações que o grupo vai inaugurar resultam de uma candidatura ao Portugal 2020, num investimento que ronda os 2,3 milhões de euros e que pretende alcançar uma expansão do mercado, quer ao nível da entrada em novos mercados de exportação, quer ao nível do alargamento do mercado com os mesmos produtos.

Com atividade iniciada em 1993, a Laverde, que atua no ramo dos produtos naturais e cosmética, é hoje um grupo sólido e exportador de produtos com elevado reconhecimento nos mercados internacionais.

abrantesTAGUScandidaturasagri

A Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo (TAGUS) está a receber desde o início do mês de fevereiro candidaturas aos apoios do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020), enquadrados nas medidas “Pequenos Investimento na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas” e “Promoção de Produtos de Qualidade Locais”.

A dotação orçamental destes dois concursos é de 370 mil euros e as candidaturas de projetos a implementar em Abrantes, Constância ou Sardoal podem ser submetidas até dia 15 de Abril, segundo uma nota de imprensa da TAGUS

Lagares, adegas, produtores de compotas, fabricantes de produtos cárneos, entre outros, que pretendam modernizar e capacitar os seus negócios, podem encontrar apoio para o seu investimento, através da operação “Pequenos Investimento na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas”, em que as candidaturas podem ir até aos 200 mil euros, com um apoio de 45% das despesas elegíveis.

A operação “Promoção de Produtos de Qualidade Locais” tem por objetivo apoiar a promoção e as políticas comerciais que permitam induzir o consumo pela valorização dos produtos abrangidos por regimes de qualidade, como os de Denominação de Origem Protegida (DOP), Indicações Geográficas Protegidas (IGP), Especialidade Tradicionais Garantidas (ETG), Produção biológica e integrada, entre outras.

Têm uma comparticipação de 50% das despesas elegíveis para candidaturas até aos 200 mil euros ou 400 mil euros, no caso de parcerias de agrupamentos de operadores.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves