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Economia

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A multinacional farmacêutica Generis deu esta quarta-feira, 24 de janeiro, mais um passo para a sua instalação no Parque de Negócios de Rio Maior, onde preparara um investimento que poderá chegar aos 25 milhões de euros numa unidade de embalamento, que irá criar cerca de uma centena de postos de trabalho.

Depois de um processo de alteração ao Plano de Pormenor do Parque de Negócios de Rio Maior, de forma a converter 11 lotes do mesmo num único, foi finalmente assinada a entre a Generis e a sociedade gestora do Parque de Negócios de Rio Maior (DEPOMOR) a escritura de aquisição do Lote 77 daquele parque, com uma área total de 8,8 hectares.

A fase inicial do investimento previsto para aquele local, que irá ocupar dois dos 8,8 hectares com a criação de uma unidade de recepção e embalamento de medicamentos a granel, prevê a criação de cerca de 100 postos de trabalho naquela unidade, correspondendo a uma produção anual de 100 milhões de embalagens, o que irá permitir o aumento da exportação para os vários mercados em que a Generis opera.

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Carlos Relvas, Alfredo Roque Gameiro, Fernando Lopes Graça, Celestino Graça, Maria Lamas e Cottinelli Telmo são apenas algumas das figuras notáveis da região do Ribatejo que vão ser recordados ao longo de 2019 na revista mensal “Ribatejo Invest”, da Nersant.

“Da fotografia, à pintura, poesia, música, escrita, arquitetura, e até à arte da falcoaria, muitas são as artes nobres presentes no Ribatejo”, explica uma nota de imprensa da associação empresarial, que acrescenta que “são igualmente muitos os nomes que deixaram a marca neste território e que extrapolaram fronteiras e são facilmente reconhecidos internacionalmente”.

“12 meses, 12 notáveis - Quem foram. Seu legado” é o nome desta iniciativa que está enquadrada no projeto “Viver o Tejo”, e que, em cada um dos artigos, vai propor uma visita a cada um dos respetivos locais e territórios a que as mesmas figuras estão associadas.

Os interessados em conhecer o projeto “Viver o Tejo” podem fazê-lo através do seu portal - www.viverotejo.pt - , onde está elencada a oferta turística da região do Ribatejo.

O presidente da Endesa Portugal, proprietária da central termoelétrica do Pego, no concelho de Abrantes, garante que a unidade tem condições para continuar a operar depois de 2021, mas esclarece que tudo depende de uma decisão política.

“A central está ainda em condições de prolongar a sua vida, mas há o facto de politicamente estar definido” que não queremos “mais carvão, CO2 ou emissões”, disse Nuno Ribeiro da Silva, durante uma audição na Comissão Parlamentar de Inquérito ao Pagamento de Rendas Excessivas aos Produtores de Eletricidade, citado pela agência Lusa.

Durante a audição, diz a Lusa, o responsável da energética espanhola já tinha indicado que a empresa está a analisar a possibilidade de encerramento da central, garantindo que irá acatar a decisão do executivo, mas sublinhou o papel que tem no sistema elétrico nacional.

"Em 28 anos de concessão a central do Pego funcionou, em pleno, três quartos do tempo", afirmou.

Nuno Ribeiro da Silva notou ainda que a empresa está a “imaginar todos os cenários”, sobretudo devido à central ser “uma unidade relevante” em Abrantes: “Estamos a estudar [formas de] aproveitar espaço ou a unidade para alguma geração renovável. Tem-se falado no uso de biomassa florestal, [mas] é complexo”, referiu.

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