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Economia

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Segundo o consultor de negócios Nuno Mendonça, as empresas hoje “não vendem produtos, vendem benefícios”.

Esta foi uma das principais ideias deixadas durante um encontro de networking realizado na Startup Santarém sobre a proposta de valor das empresas, e que reuniu os empreendedores incubados neste centro de inovação empresarial e outras empresas interessadas.

Na realidade, segundo explicou, “hoje em dia está tudo inventado. O que diferencia as empresas é a sua vantagem competitiva, que pode ir desde o design à distribuição de determinado produto”.

Ao longo deste workshop, muitas foram as dicas do profissional para melhorar a proposta de valor das empresas, sendo certo que a mesma tem de responder a duas questões fundamentais: “que problema vamos resolver aos nossos clientes? E quais as necessidades dos nossos clientes às quais vamos responder?”

Foi ainda apresentado um modelo que ajuda a definir a proposta de valor das empresas, o “Business Model Canvas”, uma ferramenta de gestão estratégica que permite esboçar ou desenvolver modelos de negócio (novos ou pré-existentes), constituindo-se na prática como um mapa visual que contém nove blocos a preencher, as Principais parcerias, Recursos principais, Atividade – chave, Proposta de valor, Estrutura dos custos, Canais, Relacionamento com o cliente, Fonte de receita, e Segmento de clientes.

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A Câmara Municipal do Entroncamento aprovou por unanimidade a proposta de projeto para o futuro parque empresarial da cidade, que irá ser candidatado a fundos comunitários num valor a rondar os 1,6 milhões de euros.

O parque “será um espaço estruturado que possibilitará a fixação de empresas, cuja atividade económica contribua para a melhoria de uma estratégia de desenvolvimento local e regional, promovendo a atratividade económica do concelho, explica uma nota de imprensa da autarquia.

Com 16 lotes de diferentes dimensões e com um edifício de serviços de apoio, a infraestrutura terá uma área total de aproximadamente 190.000 m² e situa-se no Casal Vidigal.

“A posição geográfica do Entroncamento é uma mais valia para a fixação de empresas, uma vez que se encontra no centro do país com excelentes acessos rodoviários e ferroviários a todo o território nacional e internacional”, afirmou o presidente Jorge Faria após a aprovação do projeto.

Na última reunião de Câmara, foi também aprovado um projeto de promoção da acessibilidade inclusiva no concelho, que será submetido a uma candidatura a fundos comunitários no valor de 230 mil euros, aproximadamente.

“Este projeto visa a implementação de diversas intervenções, na cidade, de forma a facilitar a mobilidade e promover a acessibilidade inclusiva”, e será realizada “em vários atravessamentos da cidade, de acesso pedonal, adaptando os espaços públicos, de forma a garantir a acessibilidade e a segurança de pessoas com mobilidade reduzida.

Segundo a autarquia, o objetivo é “melhorar a acessibilidade e a segurança em 216 travessias da cidade com maior afluência pedonal, executando trabalhos de colocação de pisos tácteis e direcionais, regularização e rebaixamento de pavimentos e lancis, regularização de rampas de acesso às travessias, pinturas em pavimentos e iluminação de advertência e balizamento”.

torresnovasADIRN

O município de Torres Novasvai continuar a presidir ao Conselho de Administração da Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte (ADIRN), depois da eleição dos novos corpos sociais para o mandato de 2019-2021,que decorreu na passada sexta-feira, 22 de fevereiro.

No que diz respeito ao Conselho de Administração, a vice-presidência caberá ao município de Ourém, ficando como vogais os representantes dos municípios de Alcanena, Ferreira do Zêzere, Tomar, Vila Nova da Barquinha e do Centro de Reabilitação e Integração de Ferreira do Zêzere (CRIFZ).

Em relação ao Conselho Fiscal, a presidência ficará a cargo do Centro de Reabilitação e Integração Torrejano (CRIT), seguindo-se a Associação Empresarial Ourém – Fátima (ACISO) e a Agrotejo – União Agrícola do Norte Vale do Tejo como vogais.

Na Assembleia-Geral, a Caixa de Crédito Agrícola Mutuo do Ribatejo e Tramagal foi reconduzida na presidência, ficando o Instituto Politécnico de Tomar (IPT) na vice-presidência e, como secretário, a empresa Plântula Lda.

A ADIRN, constituída em 3 de setembro de 1991, é uma entidade de direito privado e sem fins lucrativos, que apoiada nos conhecimentos e experiência dos seus associados desenvolve projetos e iniciativas que têm em vista o desenvolvimento integrado e a melhoria das condições de vida da população residente.

Simulacro da Proteção Civil no Entroncamento - Fotos: José Neves