PUB

app chamusca

PUB

insantarem

Economia

nersant finance growth

O vice-presidente da Nersant, Domingos Chambel, aproveitou a apresentação do programa “Finance for Growth”, realizada esta quinta-feira, 7 de fevereiro, em Santarém, para recomendar aos empresários do distrito que se foquem na estratégia, na gestão dos seus recursos humanos e nos seus produtos, situações frequentemente ultrapassadas pelas dificuldades financeiras diárias, que obrigam quase a fugir atrás de soluções para tapar buracos financeiros.

As declarações foram feitas perante uma plateia com cerca de centena e meia de empresários, maioritariamente da região, na apresentação do “Finance for Growth”, um programa de informação e capacitação promovido pelas associações empresarial e industrial portuguesa (AEP e AIP), que visa sensibilizar as Pequenas e Médias Empresas (PME) para o mercado de capitais e para outras fontes de financiamento alternativas à banca.

Durante a sessão, Paulo Caldas, ex-presidente da Camara do Cartaxo e atual diretor de Economia, Financiamento e Inovação da AIP, explicou que Santarém é uma das 5 regiões onde os empresários se podem candidatar a esta consultoria de alto nível, destinada a criar planos de negócio sustentados e acesso a credores e investidores nacionais e internacionais, com formação executiva no terreno, descentralizada, que, a preços de mercado, poderia custar até 50 mil euros.

José Eduardo Carvalho, ex-presidente da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) e atual presidente da AIP, considerou que o financiamento alternativo ao sistema bancário é, a par do redimensionamento empresarial, uma área difícil e pouco trabalhada em Portugal, o que exemplificou com o facto de serem as que apresentam piores resultados no Portugal 2020.

A sessão serviu ainda para apresentar dois casos de sucesso de duas empresas da região. Uma delas é a Trim Nw, pequena empresa criada há quatro anos em Santarém, que é fornecedora da indústria automóvel e que exporta 90% da sua produção. Rui Lopes, o responsável máximo da empresa, revelou que a mesma foi criada por quatro engenheiros a partir da empresa em que trabalhavam e que faliu, explicando que no início da atividade tiveram de recorrer a um banco francês para se financiarem, dada a recusa da banca nacional.

O outro caso apresentado foi o da Politejo, empresa criada há quatro décadas na Azambuja e que atualmente tem nove fábricas de tubos termoplásticos em Portugal, Espanha, Moçambique, Brasil e Angola.



banner opticenter

 

PUB

PUB

PUB

banner RedeRegional Moonspell InSantarem

PUB

Quem está Online?

Temos 405 visitantes e 0 membros em linha