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Duas das 12 escolas que o Ministério da Educação prevê encerrar este ano letivo no distrito de Santarém situam-se na freguesia de Pontével, concelho do Cartaxo, onde as populações estão em luta pela sua manutenção em funcionamento.

Pais, encarregados de educação, habitantes e representantes do poder autárquico defendem que não há qualquer benefício prático na decisão de deslocar 26 crianças das escolas dos Casais da Amendoeira e Casais Lagartos para o estabelecimento de ensino em Casais Penedos.

Nem a escola de destino é melhor, nem tão pouco há transportes para os alunos, explicam os pais.

"É impensável colocar crianças de seis anos a sair de casa às 7 da manhã e vê-las a regressar às 7 da noite, quando chega o autocarro", disse à Rede Regional Teresa Lobato, a representante dos encarregados de educação dos Casais da Amendoeira.

A maioria dos pais trabalha noutros concelhos e conta com os avós, familiares e até vizinhos para a recolha das crianças e para entretê-las até à sua chegada.

"O meu horário não me permite de forma alguma levar a minha filha à outra escola e trazê-la durante a tarde. Ainda não sei o que vou fazer", afirma Rogério Amendoeira, um dos pais afetados por esta situação.

Redes de socialização destruídas por decisão administrativa

cartaxoescolacasaisamendoeira02Mais do que as questões práticas ligadas a transportes e números, está em causa toda uma rede de sociabilidade que foi sendo construída ao longo dos últimos anos, numa aldeia em que mais de um terço dos alunos provêm de famílias carenciadas.

"Conseguimos construir uma grande rede de apoio a essas crianças, para que nunca lhes faltasse material escolar, alimentação e vestuário", sublinha Teresa Lobato.

Com esta decisão administrativa, "destrói-se uma enorme rede familiar de apoio, que tem sido fundamental para as crianças e para os seus bons resultados escolares", lamenta o presidente da Câmara do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro, para quem encerrar escolas é passar "uma certidão de óbito às aldeias rurais".

Nunca dando a luta por perdida, o autarca disse à Rede Regional ter esperanças que o Ministério seja sensível aos argumentos desta comunidade, e conceda uma autorização especial de funcionamento para este ano letivo.

No caso concreto destas duas escolas, encerrá-las daqui a cerca de mês e meio será, em bom português, atirar dinheiro pela janela fora, uma vez que a Junta de Freguesia de Pontével gastou dinheiro em obras de beneficiação recentes.

"Há cerca de um mês, e com a ajuda da comunidade, pintámos a escola toda e arranjámos o jardim para dar aos miúdos as melhores condições possíveis", afirmou à Rede Regional o presidente Jorge Pisca, explicando que, em Casais da Amendoeira, o telhado foi totalmente reparado em Setembro passado, fora outras intervenções de manutenção para o início do ano letivo.

"É uma pena encerrar um local tão aprazível para as crianças, ainda por cima quando temos excelentes professoras", acrescentou.

Esta comunidade teme ainda que a nova escola não garanta o acompanhamento adequado aos dois alunos dos Casais da Amendoeira que têm necessidades educativas especiais.

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O Instituto Politécnico de Tomar (IPT) anunciou que vai manter o valor das propinas para o ano letivo 2014/15, "atendendo à atual conjuntura económica e os seus efeitos nas famílias portuguesas".

Em comunicado, o Conselho Geral deste estabelecimento de ensino anuncia ainda "a criação de um programa de incentivos e prémios de mérito para os melhores estudantes do ensino secundário a candidatarem-se na primeira escolha" ao IPT.

Os valores das propinas mantêm-se sem alterações pelo terceiro ano consecutivo, no caso das licenciaturas e dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET's).

Eugénio Pina de Almeida, presidente do Instituto Politécnico de Tomar, explica que foram igualmente aprovados "valores de propina para um novo público-alvo das instituições de ensino superior – os estudantes internacionais - e para o novo ciclo de estudos a ter início já no ano letivo a iniciar em setembro próximo – os cursos Técnicos Superiores Profissionais - TeSP".

No que se refere à questão dos estudantes internacionais, e considerando o diploma legal que veio consagrar o seu estatuto e as regras gerais de acesso e ingresso nos cursos de licenciatura, a propina a cobrar pelo IPT tem um valor mínimo que ronda os 2.500 euros, e que poderá ir até mais 50% do valor base, de acordo com as circunstâncias concretas de cada curso.

“Com esta decisão, pretendemos evitar o aumento das desistências por parte dos estudantes ou os pedidos de adiamento do pagamento de prestações de propinas", explica o presidente do IPT, para quem "nenhum estudante deve deixar de continuar estudos por falta de condições económicas".

Em relação ao programa de incentivos para os melhores estudantes do ensino secundário que em primeira escolha optem por licenciaturas das escolas do IPT e para os melhores estudantes do instituto, estes "prémios de mérito consubstanciar-se-ão na atribuição de prestações de natureza pecuniária que financiarão, total ou parcialmente, os valores das propinas devidas pelos estudantes que deles beneficiem", explica a mesma nota.

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O Centro Ciência Viva do Alviela, situado junto à praia fluvial dos Olhos de Água, em Alcanena, vai realizar, no âmbito do programa Ciência Viva no Verão, várias ações de biologia e geologia que pretendem dar a conhecer a região do Maciço Calcário Estremenho a visitantes oriundos de todo o país.

Ao todo, serão 13 ações, a desenvolver nos meses de julho, agosto e setembro. A inscrição nestas ações é gratuita, mas obrigatória, devendo ser efetuada em www.cienciaviva.pt ou através do número 21 898 50 50.

Nas "Noites dos Morcegos", os participantes podem aproveitar para desvendar os mitos e perceber a importância destes animais noturnos, bem como identificar as diferentes espécies presentes no Alviela através de um detetor de ultrassons.

Os apreciadores destes mamíferos voadores não podem perder esta oportunidade para ir até à entrada da gruta onde se abrigam e ver ao vivo a saída destes para caçar.

Na saída de campo “Quaternário Quente e Frio”, os visitantes podem conhecer as serras da região sob o olhar da geologia e a saber qual o impacto que 2 milhões de anos de alterações climáticas tiveram no relevo da região do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.

Na ação “Serras Outrora Submersas”, explica-se a formação do Maciço Calcário Estremenho e mostra-se que o nível médio das águas do mar tornou já esta região submersa.

Com “Alviela, (quase) tudo uma questão de água”, descobre-se mais sobre o papel da água na paisagem e as razões geológicas que estão por trás da existência dos Olhos de Água do Alviela.

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