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ATUALIZADA ÀS 14H30 COM REAÇÃO DO AGRUPAMENTO

Vários pais e encarregados de educação da Escola Secundária de Coruche querem fechar o estabelecimento de ensino e admitem mesmo retirar os seus filhos da escola após uma aluna de 15 anos ter alegadamente testado positivo ao COVID-19.

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A situação já se arrasta desde o dia de ontem quando foi tornado público que a aluna, cuja mãe é uma das funcionárias alegadamente infetadas na arrozeira Dacsa-Atlantic, tinha sintomas associados ao Coronavírus.

No entanto, contrariamente ao que seria recomendável, a aluna e um irmão gémeo (este sem sintomas) continuaram na escola, o que levou inclusivamente a uma tomada de posição da Associação de Pais e Encarregados de Educação de Coruche.

Na sua página do facebook, a associação refere que têm acompanhado de perto toda a situação e que perante a confirmação de um caso positivo da aluna é "totalmente contra a continuação da frequência de alunos na escola".

"Sabemos que a direção do Agrupamento de Escolas de Coruche também partilha da nossa preocupação e opinião mas é da responsabilidade da DGS a tomada de decisão sobre quais os procedimentos a tomar. Sabemos que o delegado regional de saúde irá hoje de manhã à escola e esperamos que a decisão mais correcta e coerente seja tomada o quanto antes, a do encerramento da escola", afirma a associação de pais, em comunicado.

Refira-se que o caso desta senhora é o segundo confirmado oficialmente na arrozeira. Um homem de 37 anos, residente em Alverca, foi o primeiro caso identificado na Dacsa-Atlantic, onde algumas fontes referem que há pelo menos outros dois casos, estes ainda não confirmados.

Entretanto, o nosso jornal sabe que a Comissão Municipal de Protecção Civil de Coruche vai reunir hoje às 15h00 para debater o foco de Coronavírus no concelho.

ESCOLA REAGE

Numa informação á comunidade educativa, a direção do Agrupamento de Escolas de Coruche refere que após os mais recentes contactos com as autoridades de saúde, após confirmação de uma aluna infetada com COVID-19, e por indicação do delegado de saúde do ACES Lezíria, estão em vigilância ativa a turma 8º A, os docentes que lecionaram àquela turma ma passada sexta-feira, e os assistentes operacionais que tiveram contacto com a aluna infetada.

Os responsáveis do agrupamento acrescentam que os restantes docentes da turma encontram-se em vigilância passiva e que, compreendendo a apreensão dos encarregados de edução, a escola está a cumprir as indicações das autoridades de saúde.



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