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O PISA, um programa europeu que avalia a forma como os alunos de 15 anos aplicam as competências que têm a matemática, leitura e ciências, está em fase de arranque nas escolas dos municípios do Médio Tejo.

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A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) assinou já o protocolo para a sua implementação com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que coordena o projeto, e com o Instituto Politécnico de Lisboa.
Este é “instrumento fundamental de apoio à decisão, para a definição territorial da política pública”, salientou Anabela Freitas, presidente da CIMT, garantido que esta comunidade intermunicipal “está empenhada em construir um território educativo que contemple várias áreas de intervenção”.
“Quando trabalhamos as questões da educação temos de ter uma visão mais abrangente de modo a conseguirmos construir um território educativo, sendo uma pedra basilar na construção de qualquer sociedade”, afirmou.
Gonçalo Xufre, coordenador do projeto a nível da OCDE, explicou que é a primeira vez que o PISA vai ser implementado “numa metodologia de organização em rede, por zonas territoriais”.
“Para a OCDE, Portugal é um projeto piloto neste sentido para tentarmos perceber se esta forma de implementação possibilita a capacitação das escolas, que não está a ser alcançada noutros países. Depois, dizer que é a primeira vez que o projeto está a ser implementado em formato digital”, salientou.
Os autarcas do Médio Tejo e diretores dos agrupamentos de escolas já ficaram a conhecer a metodologia de trabalho que o PISA para as escolas vai conferir neste ano letivo.

 



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