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A nova estação de tratamento de águas (ETA) de Alpiarça deverá estar em funcionamento no primeiro trimestre de 2013, juntamente com o novo reservatório da vila e os sistemas de abastecimento para abastecer Alpiarça, Casalinho, Frade de Baixo, Frade de Cima e Gouxaria.

A construção da nova ETA “justifica-se com a necessidade de eliminar alguns metais que aparecem com frequência na actual captação, que será eliminada após a entrada em funcionamento dos novos sistemas”, explica um comunicado de imprensa da empresa intermunicipal.

A empreitada, orçada em cerca de 500 mil euros, já se iniciou junto ao reservatório, entre as piscinas municipais e a barragem dos Patudos.

No que diz respeito ao abastecimento de água, a Águas do Ribatejo já construiu três novas captações (uma no Frade de Cima e duas em Alpiarça), três estações elevatórias em Alpiarça, e três novos reservatórios (Casalinho, Fazendas de Almeirim, que abastece o Frade de Cima e Alpiarça), e criou uma nova rede de condutas com cerca de 24 quilómetro de extensão, que atravessa também o concelho vizinho de Almeirim.

Este investimento, segundo a mesma nota, ronda os 4 milhões de euros e visa não só melhorar a qualidade da água e do abastecimento, mas também garantir reservas que permitam servir 95 % da população durante 48 horas, em caso de avaria nos furos de captação ou nos actuais reservatórios.


O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, e o presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza inauguraram no domingo, 26 de Agosto, a Feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), onde está presente uma comitiva de oito empresários do Ribatejo, integrados numa missão empresarial da Nersant.

A Nersant é a única associação empresarial regional com presença neste certame, a maior feira multissectorial e o maior evento comercial com dimensão internacional que se realiza anualmente neste país africano. Esta é “uma excelente oportunidade para consolidar presenças estabelecidas e acolher novas empresas de vários sectores de actividade”, segundo adianta uma nota de imprensa da associação empresarial.

Para além da presença na feira, o programa da missão contempla ainda reuniões bilaterais entre os empresários portugueses e empresários moçambicanos, reuniões institucionais e reuniões de apresentação das oportunidades de negócio deste mercado, levadas a cabo por organismos empresariais e financeiros locais.

A comitiva de empresários ribatejanos regressará a Portugal no próximo dia 4 de Setembro.


Apesar de não serem alarmantes, os efeitos da seca prolongada estão a fazer-se sentir um pouco por todo o Ribatejo.

No norte do distrito de Santarém, os criadores de gado ovino e caprino viram-se obrigados a aumentar as despesas com rações por causa da falta de pastos, assim como dificilmente vão conseguir fazer armazenagem para o Inverno.

A sul, nos extensos campos da Lezíria, são os produtores de cereais, tomate e vinha aquele que se queixam mais da ausência da chuva.

“Sendo uma região de regadio, não temos prejuízos tão elevados como o Alentejo, mas não podemos dizer que escapámos à seca”, disse à Rede Regional Amândio Freitas, da Federação dos Agricultores do Distrito de Santarém (FADS), explicando que o recurso à rega foi o que acabou por salvar os produtores ribatejanos, sobretudo nos caso do tomate e dos hortícolas.

“Este ano, os furos conseguiram aguentar as regas, mas, se não chover em quantidade suficiente para repor os lençóis freáticos, vamos ver o que nos reserva o futuro”, acrescenta, no entanto, o responsável.

Vindimas com duas semanas de atraso

No caso da vinha, uma das culturas que ocupa maior área na lezíria, o calor elevado afectou o desenvolvimento normal da uva no cacho.

“Parte dos cachos estão bastante magros e com muito menos grau do que seria normal”, afirmou à Rede Regional, António Joaquim Noronha, o director de produção da Agro Alpiarça, explicando que os dias de maior calor atingiram as uvas quando estas ainda não tinham um grau de maturação suficiente para suportar essas temperaturas.

O calor vai atrasar as vindimas “duas a três semanas em relação aos anos anteriores”, estimou o responsável durante uma visita a algumas das vinhas da cooperativa, que tem cerca de 70 hectares em produção no concelho, e onde são visíveis muitos cachos secos ainda nas cepas.

Com a falta de humidade no solo e com a seca, a Agro Alpiarça viu-se na contingência de recorrer à rega, “o que já não acontecia há muitos anos”, acrescentou ainda António Joaquim Noronha, salientando que “por outro lado, isso aumentou bastante os custos de produção, tendo em conta o dinheiro gasto em combutível”.

De qualquer forma, a cooperativa estima manter os níveis de produção alcançados o ano passado.

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