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Contrariando o cenário de crise em que o país se encontra, os vinhos do Tejo cresceram cerca de 27 por cento em termos de volume de vendas e 21 por cento em termos de valor.

Os números, que se referem ao primeiro trimestre deste ano e foram obtidos em comparação ao período homólogo de 2011, transformam a região vitivinícola do Tejo na que registou melhor desempenho ao nível das vendas de vinho certificado em território nacional.

Os dados, avançados pelo Ministério da Agricultura, do Mar e Ordenamento do Território, basearam-se em números divulgados pela consultora Nielsen, e permitem chegar à conclusão que os vinhos do Tejo atingiram um novo máximo no que respeita à sua quota de mercado em Portugal, que se fixa agora nos 5,3%, equivalentes a um total de €3,5M no trimestre.

Para o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), José Pinto Gaspar, as razões do sucesso no desempenho recente alcançado pelos vinhos da região assentam, sobretudo, na competitividade e qualidade da marca ‘Vinhos do Tejo’ e na divulgação desses mesmos factores junto do consumidor nacional.

“São cada vez mais os portugueses que já conhecem a real qualidade e competitividade dos vinhos do Tejo e o atingir desse patamar deve-se também ao esforço que, em sintonia com os produtores da região, temos realizado no que respeita ao desenvolvimento constante de estratégias de marketing e promoção dos nossos produtos junto do consumidor”, refere o responsável.

 

A Nersant está a organizar uma missão empresarial a Angola entre os dias 15 e 22 de Julho, para que os empresários ribatejanos possam conhecer e participar na Feira Internacional de Luanda (FILDA 2012), o maior evento comercial com dimensão internacional que se realiza no país.

O objectivo é “alavancar projectos de internacionalização” para as empresas ribatejana, segundo uma nota de imprensa da Nersant, que explica que a participação na feira, onde a associação empresarial vai estar representada com um stand promocional, é “uma grande oportunidade para angariar alguns parceiros de negócio ou até clientes”.

A associação empresarial compromete-se ainda a “agendar reuniões com entidades institucionais angolanas e encontros bilateriais entre empresas da região e empresas locais, com vista à concretização de alguns negócios ou parcerias”, consoante os objectivos de cada empresário português que participa nesta missão empresarial.

Sublinhando que há excelentes oportunidade de negócio em Angola, a Nersant sublinha ainda que a “economia angolana tem apresentado fortíssimas taxas de crescimento ao longo dos últimos anos, em resultado fundamentalmente do estabelecimento de um clima de paz no país, a partir de 2002”.

O sector petrolífero, tanto em termos de produção como de preços internacionais, tem sido o motor de um forte crescimento da economia, acompanhado por uma “redução gradual da taxa de inflação, que nos últimos anos se terá situado na casa dos 12%, quando em 2005 atingia quase 25%”.


A administração da Endesa decidiu suspender a Central Termoeléctrica do Pego enquanto vigorar a suspensão da chamada “garantia de potência”, uma renda anual que o sistema eléctrico paga aos produtores para compensar os dias em que as centrais térmicas estão paradas e de sobreaviso.

A medida foi decidida pelo executivo Sócrates em Agosto de 2010, e só voltará a ser reposta final do programa de assistência financeira até ao final da vida útil de cada centro electroprodutor, de acordo com o governo PSD.

A presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, confessou ter sido apanhada de surpresa com a notícia e revelou ter esperança “que o Governo resolva o diferendo sem causar problemas a esta empresa e ao impacto que pode ter na região”.

A autarca lembrou ainda que a Tejo Energia foi considerada “PME Excelência” pela revista Exame no seu segmento de negócio.

Ao que a Rede Regional apurou, quando se fala em Central do Pego, neste processo, será a central de ciclo combinado (a gás natural), que entrou em funcionamento há pouco mais de um ano.

Não diz respeito ao consórcio Tejo Energia, que explora os grupos que produzem energia a partir do carvão, embora faça parte do mesmo complexo energético.

Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa, garantiu à Lusa que ia “hibernar a central e por tempo indeterminado, porque não sabemos quanto tempo dura esta medida”, acusando o governo de "má-fé e incumprimento das negociações". Segundo este responsável, a decisão da tutela limita a acção comercial da Endesa no sector eléctrico, e impede a empresa de competir no sector do gás, além de colocar problemas ao país em caso de seca prolongada e de falta de vento, como aconteceu no primeiro trimestre do ano.

No caso da Endesa, está em causa o pagamento anual de 16 milhões de euros, por a central do Pego, em Santarém, um investimento de 580 milhões de euros, estar disponível mais de 90% do tempo nos períodos tarifários de ponta, que "em Janeiro e Fevereiro, teve uma utilização superior a 50 por cento", de acordo com Nuno Ribeiro da Silva.

O presidente da Endesa explicou ainda que a paragem da central térmica, que iniciou actividade no final de 2010, ao abrigo do quadro regulamentar agora revogado, vai significar uma queda da renda paga à REN, gestora da rede de gás e de electricidade, que ronda os 16 milhões de euros.

Questionado sobre um possível ano de seca, Nuno Ribeiro da Silva deseja "boa sorte", realçando que a central do Pego "foi importante nestes três meses, com uma utilização superior a 50% nos primeiros dois meses do ano", em que a produção hidroeléctrica caiu abruptamente devido à seca prolongada.

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