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Os 133 trabalhadores da fábrica de cerveja da Unicer afectados pelo encerramento da unidade de produção em Santarém, que vai deixar de laborar em Março de 2013, vão manter-se em actividade no mercado de trabalho.

A informação foi dada pela própria empresa, através de um comunicado onde explica que o programa de apoio e acompanhamento conseguiu garantir a “empregabilidade total” dos colaboradores, entre aqueles que vão ser transferidos para a fábrica de Leça do Balio e os que permanecem em Santarém, onde foram criados 42 postos de trabalho alternativos.

A estes, a Unicer explica que lhes assegura a antiguidade na empresa e uma compensação extra por eventuais alterações salariais.

Recorde-se que a Unicer anunciou no início de Janeiro o encerramento da unidade de produção de cerveja em Santarém, onde a partir de Março de 2013 passa a manter apenas a unidade de enchimento de refrigerantes e a base logística.

Segundo este novo comunicado, enviado à Agência Lusa, a deslocalização da produção para Leça do Balio faz parte do projecto de consolidação industrial das cervejas da empresa e é considerado "essencial" para a eficiência e competitividade da Unicer.

Mais informação em:

Unicer encerra fábrica em Santarém

Encerramento da Unicer é “um balde de água fria”

Trabalhadores prometem lutar


A alegada falta de fiscalização sobre o tratamento de resíduos industriais perigosos e de legislação específica que regule a descontaminação de solos levou o Partido Ecologista “Os Verdes” a questionar o Ministério da Agricultura e Ambiente sobre a actual situação dos Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Industriais Perigosos (CIRVER’s).

Segundo os ecologistas, estes dois equipamentos, construídos há quatro anos na Chamusca, estão a funcionar com um défice de exploração entre 30 a 40% abaixo da sua capacidade inicial estimada, o que os leva mesmo a colocar a hipótese de Portugal estar a exportar resíduos perigosos (RIP’s) sem qualquer controlo ou conhecimento das entidades oficiais.

No documento entregue na Assembleia da República pelo deputado José Luís Ferreira, os Verdes recordam que o concurso para a construção dos CIRVER’s previa “uma produção anual de 254 mil toneladas de RIP’s”, estimativa que “resultou num investimento de cerca de 50 milhões de euros e na criação de 140 postos de trabalho directos, em ambos os centros”.

Só que a matéria-prima não tem chegado aos CIRVER, o que coloca em causa a sua viabilidade económica.

“Segundo os responsáveis pelos CIRVER”, lê-se na pergunta dos Verdes, “ao longo dos anos, tem existido uma proliferação de centenas de outras instalações” que recebem RIP’s, “praticando preços mais baixos”, e existe ainda “um mercado de exportação para Espanha, estimando-se aqui um volume de cerca de 10 milhões de euros/ano captado a Portugal no tratamento de RIP´s, que poderiam ser processados nos CIRVER”.

“Tem o ministério conhecimento, através da Agência Portuguesa de Ambiente (APA), de quantas unidades de tratamento de resíduos, além dos CIRVER, funcionam em Portugal?”, questionam os ecologistas, que querem ainda saber “que medidas de fiscalização são aplicadas a estas mesmas unidades”.

Os Verdes pretendem ainda saber se existe, de facto, exportação de resíduos que podem ser tratados nos CIRVER’s, em que quantidades e quais “as medidas de acompanhamento e fiscalização estão a ser aplicadas nessas operações”.

 


O movimento cívico pela repavimentação da Estrada Regional 361 (MCER361) entre Alcanede e Alcanena exige que a Estradas de Portugal conclua a empreitada de arranjo da via, dando início à segunda fase da obra no troço de sete quilómetros entre Amiais de Cima, no concelho de Santarém, e Alcanena.

“Apesar da adversidade económica que o país atravessa”, o movimento defende em comunicado “que deverá existir sensibilidade da empresa pública e do poder político para que o dossier seja fechado em definitivo”.

O MCER361 realizou uma reunião de trabalho com autarcas locais e empresários das zonas de Alcanede e Alcanena na segunda-feira, 11 de Junho, de onde saiu um documento que será agora enviado à Estradas de Portugal, lembrando esta entidade para a importância da conclusão da totalidade da empreitada, numa extensão total de 17 quilómetros, tendo em conta o que representa para a vitalidade económica local e para a segurança de pessoas e bens.

O documento está assinado por 30 responsáveis de empresas e pelos presidentes das Juntas de Freguesia de Abrã e Amiais de Baixo, preocupados com a falta de respostas da gestora da rede viária em relação ao arranque da segunda fase da obra e à realização de um estudo de impacto ambiental, que é obrigatório por lei.

O encontro serviu também “para fazer um balanço de todo o trabalho desenvolvido pelo movimento, do qual resultaram as obras da primeira fase, e cujo processo de requalificação está a decorrer no troço entre Alcanede e Amiais de Cima”, explica o mesmo comunicado, onde o MCER361 acrescenta ainda que “já foi contactado pela autarca da freguesia de Monsanto, concelho de Alcanena, no sentido de se agendar uma reunião de trabalho, em data ainda por definir”.

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