PUB

chamusca variacoes

PUB

carnaval santarem

O tráfego nas autoestradas que passam pelo distrito de Santarém está a cair, em média, entre 15 e 20 por cento, mas a norte, na A23, há ligações em que a queda chega aos 45%. Os dados são do Instituto de Infraestruturas Rodoviárias (INIR), e referem-se ao período entre março de 2011 e o mesmo mês deste ano.

O pior cenário é o da A23 que com a colocação dos pórtigos de pagamento perdeu quase metade do trânsito. Entre Zibreira e Torres Novas, o primeiro troço da via, a queda do tráfego médio diário é de 45%, sendo que entre Torres Novas e a Guarda, a quebra de tráfego entre os primeiros trimestres de 2011 e 2012 foi de 39,8 por cento.

Embora com números mais reduzidos, a queda estende-se às restantes autoestradas que atravessam o distrito. Na A1, o troço entre o Cartaxo e Santarém teve uma queda de 15%, o mesmo que entre Torres Novas e Fátima, e ligeiramente baixo do troço entre Santarém e Torres Novas (18%). Na A15, entre Rio Maior e Santarém, a queda foi de 14%, enquanto na A10 (Carregado-Benavente), o número de carros a circular baixou 18%. Na A13, entre Salvaterra e Almeirim, a queda foi de 25%.

Em média, no primeiro trimestre de 2012, o tráfego nas autoestradas nacionais caiu cerca de 14% face ao mesmo período do ano anterior.


O projecto “Soul D’Aire”, elaborado por um grupo de alunos da Escola Profissional de Rio Maior (EPRM), recebeu a distinção de “melhor ideia empresarial” do EmpreEscola, um concurso promovido pela Nersant.

Diana Coelho, Salomé Batista, Cristiana Rosa, Diogo Batista, Tiago Martinho, João Faustino, Álvaro Umbelino e Chen Jingdong são os alunos que criaram um produto inovador que junta o sal produzido nas salinas de Rio Maior com as ervas aromáticas da Serra D’Aire e Candeeiros.

O facto de ser um produto 100% português e de utilizar dois recursos naturais abundantes na região (o sal e as ervas aromáticas) chamou a atenção do júri, que o premiou na sexta-feira, 8 de Junho, durante o Fórum do Empreendedorismo – Lezíria Empreende da Fersant, que decorre no Cnema, em Santarém, em paralelo com a Feira Nacional da Agricultura.

Para a comercialização do “Soul D’Aire”, os autores criaram também uma pequena embalagem original em forma de pirâmide, com um moinho incorporado. Para já, está prevista a sua utilização como flor de sal, mas também pode servir como mistura para tempero de carne, peixe ou saladas.

O produto, segundo salientaram os alunos durante a apresentação do projecto tem como pontos positivos o facto de poder ser comercializado em lojas gourmet, cada vez mais preferidas junto do público, e de se preocupar com a saúde, uma vez que terá uma percentagem maior de ervas aromáticas em detrimento do sal.

O projecto “SAI – Sistemas Ambientais Inteligentes”, da Escola Secundária do Cartaxo, e o “Next Reality”, da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, em Santarém, foram consideradas as segunda e terceira melhores ideias empresariais.

A equipa “Spaghettini”, da Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira, de Rio Maior, recebeu o prémio para a “ideia mais inovadora”, e a equipa “Elevatrónica”, da Escola Secundária Sá da Bandeira, em Santarém foi laureada com a distinção para o “melhor trabalho de equipa”.

No total, o EmpreEscola – que tem como objectivo fomentar o empreendedorismo entre os jovens do ensino secundário – contou com 25 projectos a concurso, que foram avaliados pelo seu potencial de mercado, viabilidade económica da empresa, inovação, criatividade e originalidade do produto ou serviço, grau de desenvolvimento do plano da empresa, qualidade da apresentação e trabalho de equipa. O júri foi composto por elementos da Nersant e da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo.

O Fórum do Empreendedorismo de sexta-feira contou também com a presença de cerca de 500 alunos do ensino básico de escolas da Lezíria do Tejo, numa sessão dedicada ao projecto EmpCriança, que também deram a conhecer as suas ideias de negócio.

No total, estes estudantes mais novos apresentaram 11 ideias de negócio, num projecto em que participaram 13 escolas de cinco concelhos, totalizando cerca de 500 alunos e 23 professores.


A DFJ Vinhos foi laureada com o prémio “Companhia Portuguesa de Vinhos do Ano” no New York International Wine Competition (NYIWC) 2012, um concurso que se distingue pelo facto dos próprios juízes serem compradores directos dos vinhos, que são avaliados pela sua categoria e preço de venda.

Ou seja, todos os juízes têm o poder de influenciar as compras de vinho nas suas lojas, redes de distribuição, restaurantes e outros pontos de venda, tendo um impacto directo nas vendas de cada marca produtora.

A empresa do enólogo José Neiva Correia, com sede na Quinta da Torre Bela, Cartaxo, recebeu ainda três medalhas de prata no NYIWC, com os vinhos “PinotNoir & Alfrocheiro Tinto 2008”, “Alvarinho & Chardonnay Branco 2011” e “Portada 2011”.

Todos os premiados neste concurso vão ser apresentados ao público no próximo dia 18 de Junho, no evento “Winners Circle”, que se vai realizar no 3 West Club, na 51st em Nova Iorque.

Mais artigos...

PUB

PUB

PUB

Rede Regional

Slide backgroundSlide thumbnail

PUB

barquinha savel lampreia 2020

PUB

Quem está Online?

Temos 338 visitantes e 0 membros em linha