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Promover e valorizar a produção e o consumo dos produtos portugueses é o grande objectivo da 49ª Feira Nacional da Agricultura / 59ª Feira do Ribatejo, que se realiza este ano entre os dias 2 e 10 de Junho, em Santarém.

Há vários anos que o certame “não é só para os agricultores, é uma feira dedicada à agricultura mas voltada sobretudo para o consumidor”, explicou Luís Mira, o secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) durante a conferência de imprensa de apresentação do evento, na segunda-feira, 14 de Maio.

A feira, que nas últimas edições tem resistido à crise, continua a crescer em termos de iniciativas paralelas que a tornam no maior certame nacional dedicado ao sector agrícola.

Este ano, por exemplo, realizam-se 11 concursos de diferentes fileiras com o objectivo de premiar os melhores produtos em prova, em que seis deles são novas competições. Neste capítulo, destaque para o concurso nacional de azeite virgem extra e de packaging, que, com um total de 107 azeites a concurso, “é, segundo o que sabemos, o maior do mundo”, frisou Luís Mira.

Estes produtos, que vão desde os azeites aos vinhos, passando pelos enchidos, mel, licores e doçaria, entre outros, vão todos estar em exposição para prova e venda na Mercearia da Feira, inserido no salão Prazer de Provar, que ocupa uma das naves do CNEMA.

“As feiras são locais de compra, e é isso que temos que incentivar. Será um espaço onde as pessoas podem levar os produtos para casa, depois de os conhecer e provar”, explicou Luís Mira, para quem este tipo de certames só farão sentido se apostarem cada vez mais na vertente comercial.

O certame acolhe ainda a Feira das Actividades Económicas da Região de Santarém (Fersant, organizada pela Nersant) e a primeira edição da Expotur – Feira do Turismo Rural e da Natureza, que visa promover o turismo rural e de natureza.

De resto, a Feira do Ribatejo continua a manter-se como um espaço privilegiado de exposição de maquinaria e de gado, concursos de pecuária e congressos e seminários científicos para os agentes do sector.

O secretário-geral da CAP mostrou-se satisfeito pelo facto da feira manter o mesmo número de expositores que na edição de 2011. “Tendo em conta o momento de crise, seria expectável registar aqui uma quebra, o que não acabou por não acontecer e que nos deixa extremamente satisfeitos”, frisou o responsável.

O orçamento, de 850 mil euros, não sofreu grandes alterações em relação ao ano passado, até porque seria difícil manter a qualidade do certame com valores inferiores, explicou Luis Mira.

A animação nocturna, com concertos e largadas de toiros diárias, é um dos maiores focos de atracção de gente ao recinto do CNEMA, que em 2011 recebeu mais de 160 mil visitantes em 10 dias. Este ano, os cabeças de cartaz do programa musical são o espanhol Pablo Alborán, com participação especial de Carminho, Jorge Palma e amigos, Ritchie Campbell e José Cid.

Os bilhetes diários custam 6 euros, mas um livre trânsito (que dá entrada livre todos os dias) custa 18 euros e as cadernetas de 10 bilhetes custam 40 euros, o que reduz significativamente o preço dos ingressos.

Para facilitar o acesso ao recinto, a organização criou uma entrada no P3, do lado Retail Park de Santarém, que estará aberta nos dias de maior afluência.


“Sou um tipo cujos 15 minutos de fama foram gastos numa entrevista ao New York Times, a falar sobre papel higiénico”, gracejou o administrador da Renova, Paulo Pereira da Silva, durante uma palestra no jantar do 1º aniversário do BNI Estratégia em Abrantes, na sexta-feira, 4 de Maio.

Convidado para falar sobre os “desafios da inovação empresarial”, o responsável explicou aos presentes os resultados que o lançamento do papel higiénico preto trouxe à empresa de Torres Novas, e cuja genial campanha de marketing se tornou um “case study” a nível mundial.

Depois de ter explicado como germinou nele a ideia de lançar este invulgar produto, “num espectáculo em Las Vegas onde os trapezistas andavam com panos pretos de um lado para o outro”, Paulo Pereira da Silva confessou que, ao início, “parecia uma coisa tão estúpida e tão absurda, que eu próprio tive receio e as minhas dúvidas”.

Mas o papel higiénico preto acabou por catapultar o nome Renova por todo o mundo e “pôs toda a gente a falar, bem ou mal, de uma coisa que até aí não tinha interesse absolutamente nenhum”.

E a Renova transformou-se numa marca. “As empresas têm que inovar e ser criativas ao ponto de criar a sua própria marca, porque é aí que está o seu valor acrescentado”, foi a principal mensagem deixada aos empresários de Abrantes, Mação e Sardoal por Paulo Pereira da Silva, para quem “ninguém se pode dar ao luxo de ter medo de arriscar.

“Muitas vezes, censuramo-nos a nós próprios e evitamos arriscar fazer coisas que podem parecer ridículas”, disse o empresário, para quem “não se pode ter medo de inovar, de criar, de errar e de crescer com isso”. Para Paulo Pereira da Silva, “os portugueses têm uma coisa fantástica, que é a sua capacidade de adaptação”, uma característica única travada “pelo pior que há em nós, que é o facto de partirmos derrotados”. “É esta a transformação que há a fazer”, sublinhou o administrador, engenheiro químico de formação, que disse inclusivamente que nunca se imaginou no papel de empresário.

Este jantar – conferência foi um regresso de Paulo Pereira da Silva a Abrantes, onde frequentou o ensino primário e secundário antes de rumar à Suíça, onde se formou em física, e sempre pensou construir uma carreira na área da investigação científica.

“Vim aqui prestar homenagem a essa parte da minha vida, onde tive professores fantásticos e onde muito do que sou hoje se começou a definir”, disse o administrador logo no início do jantar no restaurante do parque urbano de São Lourenço onde o BNI Estratégia reuniu os seus membros e convidados para assinalar o seu primeiro ano de existência.

José Alves Jana, o actual presidente do grupo de liderança, lembrou que no dia 6 de Maio de 2011, compareceram no restaurante São Lourenço cerca de 350 interessados em conhecer o projecto às 6h30 da manhã, no primeiro pequeno-almoço do BNI.

No espaço de um ano, este grupo de 37 empresários do Norte do Ribatejo superou os três milhões de euros em negócios gerados e foi o único fora dos Estados Unidos da América que recebeu a distinção “Platinum”, entre cerca de 6.100 grupos constituídos por todo o mundo.


As exportações de vinhos do Tejo para países da Europa registaram um crescimento de 49,3% no primeiro trimestre de 2012, em comparação com o período homólogo do ano passado.

Entre Janeiro e Março, foram vendidos para os mercados europeus 807 mil litros de vinho da região, superando assim os 540 mil litros registados em 2011, segundo os números divulgados pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).

“Suécia, Inglaterra e Alemanha encabeçam o topo da lista dos países da Europa que mais apreciam os vinhos do Tejo, tendo sido, no seu conjunto, responsáveis pela compra de mais de 611 mil litros de vinho”, adianta a CVR Tejo em comunicado, onde salienta que “fora do perímetro da União Europeia, o saldo do desempenho das vendas trimestrais é também positivo”.

Neste capítulo, Angola, China, Estados Unidos e Brasil foram os países que mais compraram néctares ribatejanos, “consubstanciando um aumento de 27% comparativamente ao último ano”.

Segundo José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, este bom desempenho é “devido à sua relação qualidade / preço e ao reconhecimento granjeado nas mais exigentes competições internacionais”.

“No cômputo geral deste primeiro trimestre, a certificação cresceu 5,8%, o que significa que ultrapassamos já a marca dos três milhões de litros autenticados”, salienta o mesmo responsável, sublinhando que a certificação de vinhos “está a subir pelo sexto ano consecutivo”.

 

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