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Os produtores de vinho do Ribatejo estiveram em destaque no concurso alemão “Mundus Vini 2012”, onde foram distinguidos com um total de 13 medalhas, duas de ouro e 11 de prata.

Dos vinhos do Tejo, o grande destaque vai para a Enoport, de Rio Maior, que foi distinguida como o produtor europeu do ano 2012, e conquistou as duas medalhas de ouro – com os vinhos “Caves Monteiro Reserva Tinto 2009” e “Novo Mundo do Tejo Reserva 2010” – e mais seis de prata.

As restantes 5 medalhas de prata atribuídas nesta competição internacional, que decorreu na cidade de Neudstat, foram entregues a néctares da Quinta do Casal Monteiro, Casal Branco, Companhia das Lezírias, Quinta da Alorna e Falua.

A nível global, os vinhos portugueses conquistaram um total de 159 medalhas, das quais 58 de ouro e 101 de prata.

O painel de jurados do “Mundus Vini” foi composto por cerca de 300 especialistas do sector, que provaram e avaliaram mais de 6 mil vinhos provenientes de 42 países.

 

Vinhos do Tejo premiados

Ouro:

CAVES MONTEIRO RESERVA TINTO 2009 – Do Tejo DOC – ENOPORT 

NOVO MUNDO DO TEJO RESERVA 2010 – Do Tejo DOC – ENOPORT

 

Prata:

QUINTA DO CASAL MONTEIRO CHARDONNAY & ARINTO RESERVA BRANCO 2011 – IGP Tejo – QUINTA DO CASAL MONTEIRO

QUINTA DO CASAL BRANCO TINTO 2010 – Do Tejo DOC – CASAL BRANCO, S.A.

AZUL PORTUGAL BRANCO 2011 – Do Tejo DOC – COMPANHIA DAS LEZÍRIAS

QUINTA S. JOÃO BATISTA SPECIAL SELECTION TOURIGA NACIONAL TINTO 2008 – Do Tejo DOC – ENOPORT

NOVO MUNDO RESERVA TINTO 2009 – Do Tejo DOC – ENOPORT

DOM TEODÓSIO – ENIGMA RESERVA TINTO 2010 – Do Tejo DOC – ENOPORT

QUINTA S. JOÃO BATISTA RESERVA SYRAH TINTO 2009 – IGP Tejo – ENOPORT

CABEÇA DE TOIRO RESERVA TINTO 2009 – Do Tejo DOC – ENOPORT

RABISCO RESERVA TINTO 2010 – Do Tejo DOC – ENOPORT

QUINTA DA ALORNA BRANCO 2011 – IGP Tejo – QUINTA DA ALORNA VINHOS

CONDE DE VIMIOSO RESERVA TINTO 2008 – IGP Tejo - FALUA

 

A Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) considera que a descida da Taxa Social Única (TSU) é uma medida que “permitirá a diminuição dos custos das empresas, com o consequente aumento da sua competitividade” e que cabe ao Governo “efetuar as modelações necessárias para que as restantes medidas se tornem justas e eficazes, contribuindo para a coesão social”.

Num comunicado de seis pontos, onde analisa várias questões da vida económica do país, a Nersant considera fundamental que o Governo “incremente o apoio às empresas, facilitando o seu financiamento, apostando na formação, na internacionalização, no empreendedorismo”, mas também que se proceda à “necessária reforma do Estado e à redefinição do seu papel e linhas de atuação”.

A associação alerta que “o financiamento das empresas não pode esperar” e que “é fundamental a dinamização do QREN” e “que a banca possa retomar o normal financiamento das empresas, sendo também urgente que se concretize, com celeridade, o pagamento das dívidas em atraso do Estado”.

“Portugal tem muitas e boas empresas. Empresas viáveis e com provas dadas nos mercados nacional e internacional. É fundamental que, em hora de maior dificuldade, o Estado desenvolva todos os esforços para permitir que superem esta fase e sigam o rumo do desenvolvimento”, termina o comunicado.


Com o objectivo de superar os 15 mil visitantes registados na última edição, em 2010, a Agroglobal – Feira do Milho e das Grandes Culturas tem em exposição o melhor do mundo agrícola nos dias 5 e 6 de Setembro, nos campos da lezíria de Valada do Ribatejo, concelho do Cartaxo.

A feira, que conta já com um número recorde de mais de 180 expositores, é sobretudo um grande ponto de encontro entre os profissionais de todas as áreas da actividade agrícola, com destaque para as culturas de sequeiro e cereais.

Este ano, o certame pretende dar ênfase à modernização da agricultura portuguesa, contando com as mais recentes novidades em termos de maquinaria agrícola, equipamentos, produtos e serviços de toda a cadeia do agro negócio.

A feira decorre em espaço aberto e um dos seus principais pontos de interesse reside na possibilidade permitir a realização de demonstrações ao vivo, nos cerca de 200 hectares do Mouchão da Fonte Boa, em Valada, que foram preparados para o efeito.

No que se refere à parte dos debates e conferências, destaque para a mesa redonda “o que tem a agricultura para dar aos portugueses”, que se realiza na quarta-feira, dia 5, às 12 horas, com António Borges e Ferreira do Amaral como oradores.

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