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Os alunos da escolas básicas da região onde está a ser desenvolvido o EmpCriança estão a receber esta iniciativa da Nersant com grande entusiasmo, segundo o que foi transmitido aos responsáveis da associação empresarial pelos próprios professores envolvidos na sua dinamização.

Durante a terceira ação de formação para os docentes, que decorreu em Almeirim, Benavente e Torres Novas, os professores deram um feedback bastante positivo da implementação do EmpCriança, mais concretamente do episódio II, "quando uma ideia ganha asas".

A visita de estudo a uma empresa, bem como a visita de um empresário à escola para que os alunos lhe pudessem colocar algumas questões, foram as atividades que os miúdos mais gostaram, salienta uma nota de imprensa da Nersant, e "resultaram na motivação dos alunos para a construção da sua própria miniempresa".

No próximo episódio, os alunos vão poder aplicar os conceitos aprendidos anteriormente à sua própria ideia de negócios, elaborar a sua própria estratégia de marketing, e definir o logótipo e o slogan.

Recorde-se que, no final do projeto, cada agrupamento de escolas deverá eleger uma miniempresa para ser apresentada no "Fórum do Empreendedorismo", que vai decorrer em junho, no CNEMA, aquando da realização da Fersant – Feira Empresarial da Região de Santarém.

Neste ano letivo, esta iniciativa que visa estimular o empreendedorismo junto dos mais novos está a decorrer em 37 escolas da região, com o envolvimento de 1221 alunos e 58 professores.


De Abrantes a Vila Franca de Xira, pelo rio Tejo abaixo, há centenas de agricultores ribatejanos que perderam culturas inteiras nestas cheias vindas fora de época.

Com os campos da lezíria completamente alagados de água, não é possível ter ainda uma ideia concreta dos prejuízos, mas as associações do setor garantem que são bastante avultados e que tendem a agravar-se com esta paragem forçada das campanhas agrícolas.

Rosário Fernandes é um exemplo de quem ficou sem nada daquilo que tinha semeado: ervilhas, favas, couves e feijão, entre outros hortícolas que produz num terreno no campo de Alpiarça.

"Este ano, nem sequer os cheguei a provar", disse à Rede Regional esta agricultora, que, além do que vai cultivando para consumo próprio, vende parte da sua produção no mercado municipal da vila há cerca de 40 anos.

"Eu estava a pensar em semear milho num terreno que aí tenho, mas já nem o vou fazer. Não vale a pena, porque os terrenos estão alagados e isso atrasa tudo", acrescenta Rosário Fernandes, explicando que, em Alpiarça, há vários agricultores "que já compraram até as sementes e que vão ter que as mandar fora porque já não as podem deitar à terra".

"Há muita gente com grandes prejuízos por aqui", afirma.

Atrasos nas culturas de Primavera difíceis de recuperar

Para os grandes produtores, as perdas de rendimento estão não só nas culturas de Inverno que ficaram submersas, mas também nos atrasos que as cheias vão provocar nas sementeiras da Primavera, precisamente aquelas em que o Ribatejo é uma região bastante forte.

"O facto da cheia ter vindo fora de tempo prejudicou ainda mais os agricultores, que vão ter que esperar que os terrenos fiquem secos para semear o milho, o tomate ou o melão. Estes atrasos têm reflexos depois nas vendas", explicou Amândio Freitas, da Federação dos Agricultores do Distrito de Santarém.

"O que está debaixo de água já está perdido, mas agora ainda vamos ver como se porta o tempo e como secam os terrenos para ver o que ainda se consegue fazer", acrescenta o mesmo responsável, que antevê um ano extremamente complicado para quem vive da lavoura.

Segundo Amândio Freitas, as associações ligadas ao setor agrícola vão começar a reunir durante esta semana "calcular os prejuízos com maior exatidão".

O diário online Rede Regional continua a bater recordes e no mês de março atingiu a média diária de 1.823 leitores. Uma subida de 205 leitores, em média, por dia, relativamente ao anterior máximo, atingido em Janeiro deste ano.

Esta subida, que se tem vindo a consolidar mês após mês, fez com que o Rede Regional atingisse o segundo lugar entre os jornais online do distrito de Santarém no ranking do conhecido site estatístico alexa.com, que aponta para o Rede Regional uma subida de 2.130 lugares no ranking de sites nacionais nos últimos dois meses.

A notícia do jovem tresloucado que agrediu polícia e alunos do Instituto Politécnico de Santarém foi a mais vista do mês de março, com 4.754 leituras, seguindo-se o texto sobre o GNR condenado por agressão a agressores (4.424 leituras) e a notícia sobre a chegada das cheias ao distrito de Santarém (3.445 leituras).

Com a esmagadora maioria das visitas a serem de acessos nacionais, o Rede Regional tem reforçado também a presença junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. Estados Unidos, Rússia, Ucrânia, Inglaterra, Brasil, França e Alemanha, por esta ordem, são os países onde o diário online é mais visto.

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