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A Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), com sede no Cartaxo, vai participar no concurso internacional “La Selezione Del Sindaco” (“A Selecção do Presidente”, em português), onde vão estar em prova néctares de todas as partes do mundo.

Este é o único concurso de vinhos internacional onde os produtores e os respectivos municípios de proveniência dos vinhos concorrem em conjunto, sujeitos a uma avaliação que visa valorizar não só as produções, mas também as tradições de cada território distinto.

A edição de 2012 será realizada em Lamezia Terme, na Itália, com a avaliação organoléptica já marcada para os dias 25, 26 e 27 de Maio.

O painel do júri, composto por enólogos, provadores e jornalistas do sector enogastronómico de diversos países, terá pela primeira vez um representante de Portugal.

Os produtores dos municípios associados da AMPV têm até dia 15 de Maio para se inscreverem, e até 18 de Maio para enviarem as suas amostras.

A participação é reservada a vinhos de qualidade (somente DO e IG), e produzidos em quantidades não superiores a 50 mil garrafas por lote.

O Agrupamento Complementar de Empresas (ACE) na área da construção civil do distrito de Santarém vai ser formalmente criado ainda este mês. A garantia é da Associação Empresarial de Região de Santarém (Nersant), que, em comunicado, explica que a decisão foi tomada numa reunião recentemente que envolver as dez empresas que vão integrar a rede de cooperação.

Se não houver alterações, a constituição formal do agrupamento vai ocorrer dia 28 de março, quarta-feira.

Entre as actividades já definidas, está decidida a resposta a um projecto com alguma dimensão na região, e que irá servir como experiência piloto deste agrupamento. Para além disso, é um dos objectivos da rede de cooperação, a participação na missão empresarial da Nersant ao Brasil, entre 9 e 16 de Abril, uma vez que este mercado é um dos privilegiados pelo ACE.

De referir que o ACE será composto por 10 empresas da fileira da construção civil, estando integrados na constituição do cluster empresas especializadas nas áreas da construção civil, estruturas metálicas, mobiliário urbano, mobiliário para a construção civil (cozinhas, armários, roupeiros), instalações eléctricas, caixilharia de alumínio e caixilharia em PVC, louças de casa de banho, sinalética, betão e metalomecânica.

São empresas que se complementam e não concorrentes entre si, que pretendem construir uma oferta conjunta de todos os serviços necessários para a adjudicação de grandes obras. O objectivo é ganhar escala para conseguir responder a grandes obras internacionais, em mercados previamente definidos.

“Apontar os bons exemplos de gestão, tratamento ambiental e utilização dos resíduos na produção de valor”. Foi desta forma que o secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paula, classificou a cerimónia a que presidiu na terça-feira, 20 de Março, em Abrantes, na inauguração de um centro de produção de energia a partir do biogás gerado no aterro sanitário de Concavada, encerrado o ano passado.

O governante começou por destacar o tratamento dos resíduos: “quando são bem tratados, as populações nada têm a temer”. “Acabam por representar valor, quando transformados, quem em compostos para a agricultura, bio-combustivel ou energia, como é o caso, a partir de agora em Abrantes”, frisou.

Já sobre a situação actual de crise económica e financeira, Pedro Afonso de Paula destacou o bom desempenho de gestão da Valnor, empresa de valorização dos resíduos que abarca 25 municípios dos distritos de Portalegre, Santarém e Castelo Branco.

A Valnor ganhou escala e actualmente produz compostos para a agricultura em Aviz, biogás em Abrantes, e quer aproveitar melhor a emissão de gás metano que ainda vai para a atmosfera no seu aterro principal em Avis. É esse o sentido da próxima aposta da administração da Valnor que quer aproveitar os fundos comunitários para investir ainda mais neste segmento.

O secretário de Estado adiantou ainda que temos de olhar para os resíduos de uma outra forma, “desde o seu uso eficiente” passando pelos tratamentos e reutilização. A Valnor é, segundo o governante, um exemplo, porque é uma empresa que está no interior do país, que tem aplicado todos os normativos ambientais impostos pela União Europeia e mesmo assim continua a investir e a praticar preços competitivos nas tarifas aplicadas.

Rui Gonçalves, presidente do concelho de administração da Valnor, destacou a importância desta cerimónia, que representa o encerramento do aterro de Barrada em 2011. É o passo final para uma capacidade de produção de energia de cinco gigawatt’s por ano, o que representa o abastecimento a cerca de duas mil famílias. Neste momento a Valnor trata os resíduos de cerca de 300 mil habitantes de 25 concelhos, o que representa o armazenamento de cerca de 100 mil toneladas de resíduos por ano. O preço cobrado às autarquias é de 27 euros por tonelada.

A presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, para além de destacar o trabalho da empresa de gestão de resíduos, lançou mais um desafio. “Para aumentar a qualidade do serviço, já que as câmaras não têm essa função, a Valnor deveria avançar para a recolha em baixa, ou seja, a recolha dos lixos, como mais usualmente é conhecido o processo”.

O secretário de Estado esteve no concelho dos seus avós, que são naturais de Casais de Revelhos, curiosamente da mesma localidade de onde é oriunda a presidente da autarquia abrantina. Pedro Afonso de Paula disse lembrar-se ainda de que, quando vinha passar o fim-de-semana, ver nas encostas sobre o rio Tejo a lixeira de Abrantes sempre a arder. Já lá vão cerca de 15 anos. Isto antes da autarquia ter avançado para a construção do aterro sanitário. “Era um mau cartão de visita de Abrantes, para quem passava de combóio ou na estrada nacional 118”, recordou.

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