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Economia

Inaugurada em novembro de 2018, a Opticenter de Santarém é uma aposta ganha do empresário scalabitano Marco Pombo, que há muito tinha o sonho de abrir uma óptica na sua cidade natal.

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"Analisando o 1º ano, a conclusão é que sinto um misto de gratidão e satisfação. Grato principalmente a todos aqueles que fizeram o favor de nos comprar, que confiaram e deram preferência à nossa marca, na hora de cuidarem da sua visão. Também a todos os fornecedores e parceiros, que acreditaram neste projecto. E claro, aos que estão por detrás de tudo isto, a equipa. É gente que “dá tudo em jogo”, dão o seu melhor e empenham-se em identificar bem a necessidade do cliente, esclarecendo tudo, mesmo que este não compre", resume Marco Pombo.

Neste balanço à Rede Regional, o empresário adianta que as metas definidas para este primeiro ano com a loja no Largo do Seminário, apesar de ambiciosas, foram superadas. "Passámos a fasquia dos mil clientes, dos quais mais de 1/3 recomendaram novos clientes", afirma, manifestando-se "profundamente grato por isto".

Com um investimento muito elevado e cerca de 100 dias de obras a preparar tudo, somente com fornecedores locais, a Opticenter Santarém tem vindo a investir um valor muito significativo na comunidade, em patrocínios e apoios a clubes e não só, caminho que pretende manter.

"Queremos estar presentes, onde estão as pessoas da nossa terra. E temos uma vantagem em relação à concorrência, somos todos de cá, sabemos o que está a acontecer à nossa volta. Não somos uma multinacional que cá só tem uma loja e onde os lucros não são reinvestidos sequer por cá", explica.

BAIXO PREÇO SEM DESCURAR A QUALIDADE
Apesar da Opticenter apostar "óculos ao preço certo", com grande parte dos óculos a um preço fixo e atrativo em termos de mercado, Marco Pombo garante que a marca não descura minimamente a qualidade.

"Não subtraímos qualidade nem rigor a todas nossas promoções. A Opticenter é uma marca que se preocupa com a democratização da saúde ocular. Tem de ser acessível a todos, vender a um preço justo. Optamos por ter maiores volumes em vendas em detrimento de uma margem de lucro elevada. Isso é um princípio de gestão elementar. Se não se vende grandes quantidades, a margem tem de aumentar, para mitigar os custos. E o inverso é, portanto, verdade. Não se pode é vender a baixo preço e não ter volumes. E muitos derrapam aí, pois não calculam o break-even devidamente", analisa Marco Pombo.

A Opticenter tem mais de 50 marcas de armações em exposição, sendo mais de 500 óculos disponíveis para entrega imediata e tudo ao mesmo preço, ao tal “preço certo”.

"Para mim, não faz qualquer sentido que uns óculos graduados sejam mais caros que um telefone topo de gama recheado de tecnologia. Outro exemplo, que não me canso de dar: temos vários sapatos, para combinar com o outfit, certo? E raramente alguém que se cruze connosco repara neles. E nos óculos? Todas as pessoas notam. É a nossa imagem, o nosso visual mais exposto. E porque não têm as pessoas vários óculos? Porque acreditam que são muito caros. Errado! Não são e sim, podem ter 2 ou 3 óculos de acordo com a roupa, com a actividade ou mesmo, com o seu mood", diz o empresário.

UM SETOR EM CRESCIMENTO
O sector da óptica tem crescido muito nos últimos anos e Marco Pombo destaca 3 factores: o envelhecimento da população, com o aumento da esperança média de vida, os óculos passarem a ser considerados como acessórios de moda e deixarem de ser somente uma prótese (ou ortótese) de âmbito clínico e a mudança do estilo de vida, com uso massivo de computadores, tablets e smartphones.

Em Santarém há cerca de 15 ópticas e a pergunta impõe-se: são muitas? Marco Pombo diz uqe "talvez não". "Em Portugal, pouco mais de 50% da população usa óculos. Há países, como Inglaterra, que já passam os 70% da população. Esta diferença evidencia que por cá, muitas pessoas não sabem sequer que têm essa necessidade. Há que fazer um exame visual todos os anos, mais não seja, um rastreio, no médico oftalmologista ou numa óptica que disponha de centro de exames. Tudo isto para explicar que não me parece que existam ópticas a mais", diz o gerente da Opticenter.

Além do preço justo, a simplicidade do processo de compra é outra das marcas da Opticenter. O acesso directo ao produto pelo cliente, a tecnologia existente no centro de exames, onde são feitos vários exames auxiliares não invasivos, e por exemplo, o cliente pode acompanhar alguns dos exames num LCD grande, onde a optometrista e a ortoptista, explicam detalhadamente a dificuldade visual do cliente, assim como a existência de um gabinete exclusivo para adaptação de lentes de contacto, com vasto stock, e os melhores prazos de entrega de óculos", são outras das vantagens competitivas da marca.

marco pombo opticenter altoUMA ABERTURA EM GRANDE
A abertura da Opticenter de Santarém, em novembro de 2018, ficou marcada por uma enorme romaria à loja, que oferecia 100 pares de óculos monofocais aos primeiros 100 clientes. Marco Pombo considera que "foi uma acção que correu muito bem" porque "gerou buzz na cidade e ficámos muito contentes pelo resultado".

E deixou a promessa: "Em breve vamos ter outra acção, uma promoção única, que está ao nível de impacto dessa que referiu. Vamos ter um produto, com uma proposta de valor excepcional, que ninguém ousou ainda fazer no mercado da óptica. Foram meses de preparação, envolvendo vários fornecedores e incluindo a concepção exclusiva de produto para a acção. Muito breve será apresentado ao mercado", promete.

Sem querer levantar demasiado o véu, o empresário garante que "uma vez mais, vai sobressair aquilo que acreditamos, a democratização da saúde ocular, o preço justo, a transparência das propostas e o facto do cliente estar mesmo no meio de tudo.

UM APAIXONADO PELO CENTRO HISTÓRICO
A Opticenter de Santarém fica no Largo do Seminário, no coração do centro histórico de Santarém, uma escolha que tem muito a ver com a paixão de Marco Pombo por esta zona nobre da cidade.

"Eu sou apaixonado pelo Centro Histórico. No caso em concreto do Largo do Seminário, ao nível das lojas e espaços comerciais que nos rodeiam, temos uma vizinhança excepcional. Era impossível ter melhor. Um nível de entrega e dedicação ímpar. Uma atenção ao cliente, um profissionalismo, que não se vê facilmente no retalho. Sinto mesmo que o Largo do Seminário, é quase um “termómetro” da nossa cidade no seu todo. É muito bonito, é imponente, tem imensa vida, tem história, consegue juntar várias gerações a conviver ao mesmo tempo. Tudo como a cidade de Santarém. Mas depois há alguns «velhos do restelo» que consideram que a cidade é desértica, é mal gerida, é uma pasmaceira, e tudo e mais alguma coisa. O curioso é que tive o privilégio de viajar um pedaço nos últimos anos, e noto em Leiria, em Évora, em Chaves ou mesmo em Ponta Delgada, ouço exactamente o mesmo. Estas cidades em comum só têm isso mesmo, os «velhos do restelo», afirma.

"Em Santarém, temos dezenas de clubes desportivos, não faltando nenhuma modalidade. Só restaurantes são 60, sabia disso? Há bares, há música à noite, há eventos culturais, há tertúlias de discussão de ideias, há espaços verdes, há campos de basquete, há miradouros espectaculares, e até existem piscinas públicas, com água quente e entradas a 2.50€. Demoramos 10 minutos de uma ponta a outra da cidade, mesmo em hora de ponta, há segurança, há infraestruturas de saúde bem equipadas. Que falta? Uma mudança atitudinal, um sentimento de pertença pela nossa terra. O resto são tretas…", conclui Marco Pombo.



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