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Economia

O ministro da Ambiente, João Matos Fernandes, garantiu esta quarta-feira, 4 de setembro, que é fundamental aproveitar uma parte muito expressiva das infraestruturas da central termoelétrica do Pego, em Abrantes, após o seu encerramento em 2022.

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Um dia depois de uma pergunta enviada pelos deputados do PSP eleitos por Santarém ao Governo questionando sobre o encerramento da central, o governante garantiu que as duas centrais a carvão em Portugal [Pego e Sines] vão ser encerradas de forma a cumprir os compromissos em termos de redução de carbono.

No caso da central do Pego, que lembrou é uma central privada, Matos Fernandes disse ser absolutamente fundamental aproveitar o território e uma parte muito expressiva das infraestruturas que existem no Pego, de forma a ter um back-up de energia, num país que em 2030 já vai ter 80% da sua eletricidade a partir de fontes renováveis".

O ministro revelou que os donos da central do Pego têm um projeto no qual o emprego é globalmente mantido, e que com pequenas alterações, a central poderá funcionar a partir de formas de produção de eletricidade que não envolvem combustíveis fósseis.

Recorde-se que, por mais de uma vez, já foi apontada a possibilidade da central do Pego passar a funcionar através da utilização de biomassa, contribuindo assim para a redução da importação de matéria prima e para a limpeza da floresta.



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