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O novo centro de cycling do Arripiado, aldeia ribeirinha no concelho da Chamusca, está de portas abertas desde a manhã desta segunda-feira, 10 de fevereiro, numa inauguração que contou com a presença da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

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Este é o primeiro de 11 centros dedicados ao BTT que a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR) vai abrir desde o Arripiado até Almodôvar e Ourique, com o objetivo de dinamizar o turismo associado a esta prática desportiva e aos praticantes de desportos da natureza.
No total, o projeto “Cycling Alentejo e Ribatejo” terá, após concluído, cerca de 3.500 quilómetros de trilhos e percursos cicláveis, segundo explicou Ceia da Silva, o presidente da ERTAR.
Além do Arripiado, o chamado “Polo Ribatejo” deste projeto terá um segundo centro de cycling em Coruche, ainda por concluir.
No caso desta “bike station”, situa-se na antiga escola primária da aldeia, que passou a ter uma zona de lavagem de bicicletas, uma oficina com ferramentas para pequenas reparações, dois quartos para pernoitar, com um total de 20 camas, balneários para duches e WC’s, e ainda uma zona de apoio para convívio e refeições, tudo com vista panorâmica para o rio Tejo.
Os percursos para a prática do BTT foram desenhados e marcado pela União Cultural e Desportiva Arrepiadense (UCDA), que, no futuro, poderá vir a assinar um protocolo com a Câmara da Chamusca para a gestão e dinamização deste centro.
A transformação e adaptação do edifício da antiga escola na bike station teve um custo a rondar os 24 mil euros, financiados a 90% numa candidatura apresentada pela Câmara da Chamusca, que ainda suportou outras pequenas obras no local.
A candidatura para a dinamização dos percursos de cycling e de walking no Alentejo e Ribatejo foi apresentada em conjunto pela ERTAR e pelos municípios, num investimento global a rondar os 691 mil euros.
chamusca arripiado cycling inauguracao02O presidente da Câmara da Chamusca, Paulo Queimado, afirmou que este equipamento deve ser o “primeiro passo” para aproveitar “todas as potencialidades turísticas e a oferta diferenciadora de uma aldeia como o Arripiado”, depois de chumbadas duas candidaturas de outros projetos que a autarquia apresentou.
Mesmo confessando satisfeita com este novo centro e o projeto que lhe está associado, a secretária de Estado do Turismo reconheceu que “são precisos mais recursos para fazer melhor e valorizar os territórios e as suas potencialidades turísticas”.
Segundo Rita Marques, os organismos devem ser mais criteriosos e mais céleres na aprovação das candidaturas, apoiando projetos que se destaquem pela na lógica da coesão territorial, sustentabilidade, essência coletiva e inovação.

 



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