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Depois de vários meses de trabalho e 18 jogos amigáveis de preparação, a equipa feminina do Grupo Desportivo de Samora Correia (GDSP) não vai participar no campeonato nacional de futebol da II divisão por causa de uma decisão administrativa da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

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Em comunicado, o clube samorense lamentou a decisão do organismo máximo do futebol português, que cumpre os regulamentos, e anunciou a suspensão do projeto para a época desportiva 2019 / 2020.
Em causa está um dos pontos do regulamento da competição, que obriga os clubes a ter que inscrever oito jogadoras formadas localmente.
“Uma jogadora formada localmente é aquela que, entre os 13 anos, ou no início da época desportiva em que atinge essa idade, e os 23 anos, ou no termo da época desportiva em que atinge essa idade, independentemente da sua nacionalidade e idade, tenha inscrição na FPF, de forma continuada ou interpolada, por 2 épocas desportivas", explica o comunicado do clube.
Ora, por se tratar de um projeto pioneiro no concelho de Benavente e não existir histórico de participação das atletas em provas de futebol federadas, o GDSC tinha apenas quatro atletas que cumpriam este requisito.
“Questionámos a federação para a possibilidade de abertura de uma exceção, que consideramos justificada, dado tratar-se de uma primeira inscrição de um clube nas provas de carácter feminino, bem como da possibilidade de dar a estas atletas o início da prática desportiva”, mas “acabámos por ser surpreendidos com a resposta de não iriam abrir exceções, impossibilitando assim o grupo de atletas de competir”, explica o clube.
A direção do GDSC “lamenta tal decisão e não compreende como é possível, por um lado, a FPF promover junto dos clubes, autarquias, escolas, a prática do futebol feminino e, por outro lado, obrigar a que, os clubes que se queiram inscrever pela primeira vez nas suas provas de futebol feminino, se vejam obrigados a «desviar» atletas de outros clubes, promovendo assim uma «canibalização» das praticantes e não um real aumento do número de praticantes”, lê-se ainda no comunicado.
Em jeito de conclusão, com alguma ironia à mistura, o clube acrescenta ainda que “não tem capacidade de atrair atletas estrangeiras para o plantel, nem de pagar custos de deslocação de atletas que não são da região, pelo que se verá forçado a acabar com o projeto”.

 



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